
Ivone de Lima Alves
Fome de bondade: falando de pessoas boas Em seis de fevereiro de 1990, conheci uma maravilha de pessoa. Através dela, convivi com Eduarda, pequenina,

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O fecho da epiglote – Onde fica o vomitório? – Imbecil! Nem o idiota desperdiçaria comida num tempo desses. Prenda o nariz com os

O pão nosso de cada dia Era cedinho, o Sol nem sonhava em acordar, e possivelmente dormiria até mais tarde. A Lua escondeu-se em

Haja fome… Maria levanta-se e, apressadamente, prende os cabelos brancos e crespos num cocó. Em seguida, sai para lavar roupas acocorada nas águas do rio

Fome de quê? Quando recebi o tema sugerido, mil pensamentos surgiram em minha mente e, considerando o momento em que vivemos, fiquei sedenta por escrever

Humanização da consciência Àquela hora, a lã, o corpo e a palha pareciam uma coisa só. Por tímido que fosse o movimento, o ar

Fome de conhecimento Na fome do saber, alimentei várias gerações com aulas de Geografia, História, Moral e Cívica, Organização Social e Política do Brasil e

Tarde Se soubesse, antes que fosse tarde, que instantes são gotas da existência… Numa tarde comum, como essa, teria tido calma para colher, entre as

Corpo no chão Despida não nua empoderada Rasgara vestes sobre vergonhas que os outros viam guardavam pedaço destinado ao casamento Vida de medos grades

Dados gerais Tema: Fome de quê? Lançamento: XIV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco Participantes: maiores de 18 anos, brasileiro(a)s e estrangeiro(a)s Idioma: português Gêneros:
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