
Tributo ao nascer do Frevo e Reciclando letras, por Conceição Patrício
TRIBUTO AO NASCER DO FREVO Cadê tuas pernas, Articuladas. Cadê teus pés, Que te apoiavam Nas pontas dos dedos, Também do calcanhar. Cada gota

TRIBUTO AO NASCER DO FREVO Cadê tuas pernas, Articuladas. Cadê teus pés, Que te apoiavam Nas pontas dos dedos, Também do calcanhar. Cada gota

Vida que segue. Vão-se os amores, as dores, os sentimentos Nas construções que tombam E transformam em pó O palco de nossas lembranças. Vida que

Ao receber o convite da querida Salete do Rêgo Barros para prefaciar esta obra, fui estimulada a aceitar por dois motivos: primeiro, corresponder à honraria

“Eu sou como rocha isolada em meio a um mar agitado. Quando a maré baixa e as ondas não param de flagelar de todos os

A Serra do Ororubá ergue-se como um coração de pedra no agreste pernambucano. De longe, parece apenas um monumento geográfico. De perto, pulsa. Nela ressoam

Feliz quem não é acusado por sua consciência e quem não perdeu a esperança. (Eclesiástico 14,2) Aos quarenta e oito anos e uma vida

O Decolonialismo, como novo modelo ou parâmetro para debater as rupturas estabelecidas ao longo do processo de colonização, principalmente na imposição de ideias, conceitos, valores,

A condição de sermos os únicos seres pensantes não é garantia de que a nossa consciência já vem pronta, mas de que ela precisa ser

Deixo dispenso o que penso. Não quero pensar o que os outros pensam. Dou uma volta por cima faço uma diferente rima subo

O Nunca é o lugar dos descrentes. O Presente é o lugar dos que acreditam. O Futuro é o lugar para onde fogem aqueles que
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