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	<title>Arquivos Tear do Conhecimento &#8226; Cultura Nordestina</title>
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	<description>Letras &#38; Artes</description>
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	<title>Arquivos Tear do Conhecimento &#8226; Cultura Nordestina</title>
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		<title>Qual a mensagem transmitida por sua marca?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Recify]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tear do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[VIII ExpoTear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem comercializa produtos sente a necessidade de comunicar o conjunto de atributos e benefícios oferecidos para a conquista e fidelização de clientes. E isso pode ser feito através de uma marca com personalidade forte, que deve estar presente nas redes, nas embalagens, na sinalização, nos cartões de visita, etc. A imagem que o consumidor tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem comercializa produtos sente a necessidade de comunicar o conjunto de atributos e benefícios oferecidos para a conquista e fidelização de clientes. E isso pode ser feito através de uma marca com personalidade forte, que deve estar presente nas redes, nas embalagens, na sinalização, nos cartões de visita, etc.</p>
<p>A imagem que o consumidor tem de uma marca diz muito da identidade da empresa, do que ela representa e do comportamento de seu quadro executivo, que pode ser formado por uma, duas ou mais pessoas.</p>
<p>O crescimento da procura por produtos que transmitem credibilidade e valorização dos produtos feitos com as mãos estão na ordem do dia, tendo em vista a urgência na mudança de atitude da sociedade em relação à emissão de gases tóxicos na atmosfera, decorrentes da industrialização desenfreada que causa o aumento da temperatura do planeta, e tem como efeito os eventos climáticos extremos.</p>
<p>Neste momento de transição, o trabalho de artistas e artesãos é muito bem-vindo, uma vez que cria novas possibilidades de consumo sustentável nos setores da moda, da culinária, da perfumaria, dos utilitários, dos brinquedos e jogos, entre outros.</p>
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		<title>Linhas e entrelinhas da precificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Recify]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tear do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[VIII ExpoTear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum ouvir falar das dificuldades que os artesãos têm em precificar os seus produtos. Especialistas no assunto apontam dicas importantes, para que se chegue ao resultado final do valor de mercado de cada peça, mas se você não se sente seguro(a) para fazer os cálculos, é melhor pedir ajuda a alguém de sua confiança. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum ouvir falar das dificuldades que os artesãos têm em precificar os seus produtos. Especialistas no assunto apontam dicas importantes, para que se chegue ao resultado final do valor de mercado de cada peça, mas se você não se sente seguro(a) para fazer os cálculos, é melhor pedir ajuda a alguém de sua confiança.</p>
<p>Você poderá fazer uma planilha-padrão no Excel, para servir de modelo, e ir preenchendo com os produtos a serem precificados.</p>
<p>Seguindo a lógica das leis naturais, em qualquer empreendimento, inicialmente, o empreendedor perde, para depois ganhar.</p>
<p>Plantio (investimento) &#8211; espera (risco) &#8211; colheita (lucros).</p>
<p>O investimento inicial não deve ser computado no cálculo do valor do produto, para que o valor de venda fique viável para o seu público alvo.</p>
<p>Iniciadas as vendas, a margem de lucros deverá ser sempre superior aos próximos investimentos, para que a saúde financeira do seu empreendimento seja mantida, e você consiga fazer um fundo de caixa para cobrir as despesas eventuais.</p>
<p>É muito importante que o seu produto transmita verdade. Criatividade, qualidade, sustentabilidade, divulgação efetiva e a simpatia do(a) vendedor(a) também são essenciais para que o produto seja competitivo no mercado da economia criativa, que se encontra em plena ascensão. Uma logomarca forte e embalagens diferenciadas também entram nesta lista de cuidados com o seu produto e respeito ao consumidor.</p>
<p><strong><em>Como calcular o valor de mercado do seu produto</em></strong></p>
<ul>
<li><strong>Valor de sua hora de trabalho </strong></li>
</ul>
<ol>
<li>Estabeleça o valor que você pretende ganhar em quantas horas de trabalho por mês, para obter o valor de sua hora de trabalho. Vamos supor que você queira faturar R$ 2.000,00 trabalhando 4 horas/dia (80 horas/mês.</li>
<li>Agora divida 2.000 por por 80 e você terá o valor de sua hora de trabalho = R$ 25,00.</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Custos de produção</strong></li>
</ul>
<p>Obtenha este valor dividindo o valor mensal da despesa por 720 horas/mês = 24h/dia X 30 dias. Em seguida, multiplique este resultado pelo número de horas/mês usado no exemplo = 80.</p>
<ol>
<li>Energia</li>
<li>Água</li>
<li>Internet</li>
<li>Telefone</li>
<li>Aluguel</li>
<li>Taxas</li>
<li>Auxiliares</li>
<li>Alimentação</li>
<li>Transporte</li>
<li>Divulgação (mídias sociais, panfletos, cartões de visita, banners, etc.)</li>
<li>Outros</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Custos de material</strong></li>
</ul>
<p>Calcule quantas peças podem ser feitas com o valor utilizado na compra de uma determinada quantidade de material. Considere as horas utilizadas nas compras como horas trabalhadas.</p>
<ol>
<li>Matéria prima (papel, madeira, linha, tecido, cola, etc.)</li>
<li>Transporte</li>
<li>Embalagens</li>
<li>Outros</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Margem de lucros</strong></li>
</ul>
<p>Dentro da margem de lucros devem caber os investimentos. <strong> </strong></p>
<p>Este item varia entre 30 e 50% sobre o valor de cada peça, dependendo de alguns fatores:</p>
<ol>
<li>Se o mercado está aquecido</li>
<li>Se existe algum diferencial no seu produto em relação à concorrência (criatividade, dimensões, etc.)</li>
<li>Se a marca é bem avaliada no mercado ou se é ainda desconhecida</li>
<li>Se a qualidade do material é superior ou inferior ao usado pela concorrência</li>
</ol>
<p>O custo final de cada peça é calculado em função das horas de trabalho + custos de produção + custos de material + margem de lucro.</p>
<ol>
<li>Para produzir 10 peças foram utilizadas: x horas de trabalho + y de material + z de custos de produção = R$ ….</li>
<li>Em cima do resultado do item 1 é colocada a margem de lucro escolhida (entre 30 e 50%).</li>
<li>A soma dos itens 1 e 2 dá o valor de produção de 10 peças = R$..</li>
<li>O resultado do item 3 deve ser dividido por 10, para que se chegue ao resultado do valor de mercado de cada peça.</li>
<li>Quando a venda é feita via cartão de crédito/débito deve ser acrescentada a taxa cobrada pela maquineta.</li>
</ol>
<p>Calcular o preço justo a ser cobrado pelo seu produto vai lhe dar segurança e capacidade de planejamento para alçar voos mais altos. Boa-sorte!</p>
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		<title>Os caminhos da embalagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Recify]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tear do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[VIII ExpoTear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elas fazem parte da evolução humana. Surgiram há cerca de 10.000 anos, quando o humano primitivo sentiu a necessidade de acondicionar a carne crua de sua caça em pacotes feitos com folhas de árvores. Com a migração das tribos, veio a necessidade do transporte de água e comida em peles, crânios e chifres de animais, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Elas fazem parte da evolução humana. Surgiram há cerca de 10.000 anos, quando o humano primitivo sentiu a necessidade de acondicionar a carne crua de sua caça em pacotes feitos com folhas de árvores. Com a migração das tribos, veio a necessidade do transporte de água e comida em peles, crânios e chifres de animais, e recipientes de argila.</p>
<p>Com o passar do tempo, formatos mais elaborados vão surgindo &#8211; cestos de fibras vegetais, vasilhas de argila, bolsas de pele de animais, etc. Os povos indígenas utilizavam formas de barro e o casco de frutas para guardar mantimentos, especialmente o da cabaça.</p>
<p>No primeiro século depois de Cristo, os sírios descobrem que o vidro fundido poderia ser moldado, dando origem a vasilhames ideais para armazenagem de alimentos.</p>
<p>Com a chegada do colonizador ao Brasil, e a abertura dos portos, surgem os sacos de estopa e barris de madeira para acondicionar a colheita, e enviá-la em segurança para Portugal.</p>
<p>Com a revolução industrial, e a necessidade de produção em larga escala, a demanda por embalagens aumenta, assim como o desenvolvimento de técnicas para que elas resistissem ao transporte protegendo o conteúdo.</p>
<p>Com o surgimento dos supermercados, após a segunda guerra mundial, aumenta a necessidade de criação de embalagens de baixo custo, com capacidade de conservar os produtos por longos períodos &#8211; papel, papelão, estanho, plástico, alumínio, isopor, etc.</p>
<p>As embalagens tornaram-se imprescindíveis às transações comerciais. As exigências do capitalismo levaram aos questionamentos das funções utilitárias da embalagem, que poderiam ir além das necessidades de conter e proteger o produto. A comunicação contida numa embalagem deveria ser o vetor responsável pelas vendas, induzindo ao desejo de consumo através de estímulos visuais proporcionados pelo design e pela identidade visual, que comunica conceitos e valores do produto.</p>
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		<title>Origens das feiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Recify]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tear do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[VIII ExpoTear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O início das transformações na vida social e na economia se deu na Europa, no início do século XI. Criadas pelos mercadores, as feiras se destacaram como importantes entrepostos comerciais e centro de desenvolvimento urbano. Na época, o artesanato era o principal meio de produção de mercadorias. Segundo pesquisadores, as feiras se mantêm até os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O início das transformações na vida social e na economia se deu na Europa, no início do século XI. Criadas pelos mercadores, as feiras se destacaram como importantes entrepostos comerciais e centro de desenvolvimento urbano. Na época, o artesanato era o principal meio de produção de mercadorias.</p>
<p>Segundo pesquisadores, as feiras se mantêm até os dias atuais, devido à oferta de preços mais acessíveis, uma vez que a negociação é feita diretamente entre produtor e comprador, eliminando a figura do intermediário. Além disso, os produtos feitos com as mãos transmitem a energia carinhosa inexistente no processo industrial focado, exclusivamente, na capacidade produtiva e no máximo de lucro que o produto poderá render.</p>
<p>A tradição cultural das feiras ultrapassa as relações comerciais, passando a ser um ponto de encontro, lazer, oportunidades e realizações. Apresentações performáticas, teatrais e musicais, além da culinária regional são agregadores de valor às feiras de arte, artesanato e livros, entre outras modalidades.</p>
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		<title>Produto artesanal: uma alternativa para adiar o fim do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Recify]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tear do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[VIII ExpoTear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artesanato foi inicialmente utilizado com finalidades básicas de sobrevivência &#8211; confecção de ferramentas (facões, enxadas), armazenamento de alimentos (vasos cerâmicos), e para retratar hábitos e costumes (esculturas e inscrições rupestres). No Brasil, durante o período colonial e nos primeiros anos de República, o produto artesanal sofreu uma prática de abandono e desestímulo, em grande [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O artesanato foi inicialmente utilizado com finalidades básicas de sobrevivência &#8211; confecção de ferramentas (facões, enxadas), armazenamento de alimentos (vasos cerâmicos), e para retratar hábitos e costumes (esculturas e inscrições rupestres). No Brasil, durante o período colonial e nos primeiros anos de República, o produto artesanal sofreu uma prática de abandono e desestímulo, em grande parte devido às trocas culturais entre indígenas, africanos, imigrantes europeus e asiáticos, que não eram bem vistas pelas elites.</p>
<p>Com o aquecimento da economia do país, a mudança de hábitos da população, e o retorno das leis de incentivos fiscais para pequenos produtores, o artesanato tem se tornado uma alternativa importante para quem produz fazendo aquilo que gosta, e para quem compreende a urgência de conter o consumo de produtos industrializados.</p>
<p>Segundo dados do IBGE (2017), 10 milhões de pessoas vivem do artesanato, no Brasil, injetando 50 milhões por ano na economia; 80% dos municípios têm o artesanato como atividade comercial, e 55% dos consumidores dão preferência a marcas que cuidam do meio-ambiente com aproveitamento de produtos naturais, reciclados e sustentáveis.</p>
<p>A decoração de interiores tem valorizado cada vez mais as peças produzidas artesanalmente, especialmente a decoração infantil, que envolve a fofura e a delicadeza em suas infinitas possibilidades. Observa-se a preferência do público por peças únicas e valiosas, que utilizam técnicas milenares como o macramé, o crochê e o tricô, presentes tanto na decoração quanto no vestuário e nos acessórios que fazem da moda autoral uma alternativa de vanguarda.</p>
<p>O artesanato imprime ao produto a qualidade única que se traduz em identidade e personalidade, atributo não encontrado nos produtos feitos em escala industrial. O êxito nas vendas, obtido em feiras de artesanato espalhadas por todos os cantos do Brasil, demonstram o quanto a qualidade dos produtos e a criatividade seduzem o público que valoriza a economia criativa.</p>
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