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	<title>Arquivos Projetos &#8226; Cultura Nordestina</title>
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	<description>Letras &#38; Artes</description>
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	<title>Arquivos Projetos &#8226; Cultura Nordestina</title>
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		<title>Já fomos longe demais: precisamos voltar pra casa, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 14:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura indígena]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Semear]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desejo de uma professora da Rede pública estadual (Conceição Rodrigues) de levar seus alunos até o Ponto de Cultura Nordestina do Poço da Panela foi viabilizado pela coordenadora do núcleo de Filosofia da Rede de Associados Letras &#38; Artes – LETRART (Ivanilde Morais de Gusmão). Preparamos uma recepção com distribuição de livros, brindes, lanche [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-contents="true">
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="djo85-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="djo85-0-0"><span data-offset-key="djo85-0-0">O desejo de uma professora da Rede pública estadual (</span><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="djo85-1-0"><span data-offset-key="djo85-1-0">Conceição Rodrigues</span></span><span data-offset-key="djo85-2-0">) de levar seus alunos até o Ponto de Cultura Nordestina do Poço da Panela foi viabilizado pela coordenadora do núcleo de Filosofia da Rede de Associados Letras &amp; Artes – LETRART (</span><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="djo85-3-0"><span data-offset-key="djo85-3-0">Ivanilde Morais de Gusmão</span></span><span data-offset-key="djo85-4-0">). Preparamos uma recepção com distribuição de livros, brindes, lanche e depoimentos. A aula magna sobre História da arte e literatura ficou a cargo da professora </span><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="djo85-5-0"><span data-offset-key="djo85-5-0">Flávia Suassuna</span></span><span data-offset-key="djo85-6-0">, que entusiasmou os presentes. O registro do evento foi feito através de fotos e vídeos e, no ano seguinte, aquela tarde seria ampliada transformando-se num projeto mais abrangente: o projeto Semear, com vários subtítulos: letras e artes, música, artes visuais, artes plásticas, etc.</span></div>
<div data-offset-key="djo85-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="dfcaq-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dfcaq-0-0"><span data-offset-key="dfcaq-0-0">Nesta semana, marcada pela reunião da Cúpula do clima, onde várias lideranças mundiais reiteram o compromisso assumido em 2015, no Acordo de Paris (tratado mundial de redução do aquecimento global), por 195 países, demos início às gravações das 24 h/a no formato EAD (Educação à distância), de História da arte e literatura, com as professoras Conceição Rodrigues e Flávia Suassuna. As vídeo-aulas serão disponibilizadas para a rede pública estadual de ensino.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="dfcaq-0-0"></div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="7vm3f-0-0">
<div data-offset-key="7vm3f-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7vm3f-0-0"><span data-offset-key="7vm3f-0-0">A realização do projeto se deve à Emenda parlamentar 000760/2019, proposta pelo deputado estadual Wanderson Florêncio, e aprovada pela Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco – SECULT. Trata-se de uma parceria formalizada entre a Administração pública estadual e a organização da sociedade civil – Rede de Associados Letras &amp; Artes, através de termo de fomento.</span></div>
<div data-offset-key="7vm3f-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="604o1-0-0">
<div data-offset-key="604o1-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="604o1-0-0"><span data-offset-key="604o1-0-0">Recorro à fábula do Chapeuzinho vermelho e nela encontro um sentido diferente daquele que me motivou, em 2019, a escrever o </span><span data-offset-key="604o1-0-1">Semear letras &amp; artes</span><span data-offset-key="604o1-0-2">, pensando em proporcionar uma tarde cultural agradável aos alunos da Escola Estadual Monsenhor Manoel Marques, e dar a eles a oportunidade de ampliar seus conhecimentos no mundo das artes. Na época, não existia a Covid-19 e, sequer, imaginávamos a catástrofe que se avizinhava com todos os seus desdobramentos, hoje avaliados pela comunidade científica como sindemia, ou seja, uma catástrofe provocada por fatores socioambientais que levam ao desequilíbrio dos biomas, produzindo a proliferação de vírus e bactérias, antes restritos aos animais silvestres em seu habitat. O comércio desses animais acabou contaminando os humanos dos aglomerados urbanos e cidades do interior, no mundo inteiro, espalhando-se por comunidades rurais, assentamentos indígenas e quilombolas, entre outros, aqui no Brasil.</span></div>
<div data-offset-key="604o1-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="e9391-0-0">
<div data-offset-key="e9391-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e9391-0-0"><span data-offset-key="e9391-0-0">Após tantos desafios surgidos em pouco mais de um ano, fica evidenciada a urgência de se pensar um modelo diferente do que está posto há exatos 521 anos. Quando os europeus aqui chegaram, o território já era ocupado pelos povos indígenas, há milhares de anos (entre 20 e 40, segundo historiadores) – os guardiões das florestas e cuidadores de Gaia, a nossa Mãe-terra. As novas terras foram loteadas, para que os donatários delas se apossassem, “legalmente”, e dessem início ao desmatamento e à construção de vilarejos, ao plantio, à criação e extração, inicialmente de pau-brasil, no litoral, partindo depois para a mineração no interior, o que viria a enriquecer cada vez mais a coroa portuguesa, detentora dos dividendos da riqueza produzida em solo brasileiro.</span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="5h66i-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5h66i-0-0"><span data-offset-key="5h66i-0-0">Somem-se a esses fatos as tentativas de apagamento da cultura indígena e a exterminação de diversas etnias, causada pelos combates de resistência à invasão, e à contaminação de doenças desconhecidas, para as quais eles não tinham imunidade. Não adaptados às necessidades dos colonizadores, a mão de obra indígena, escravizada, foi sendo, gradativamente, substituída pela dos escravos negros comprados no mercado africano, por serem mais resistentes e dóceis no trato.</span></div>
<div data-offset-key="5h66i-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="99rva-0-0">
<div data-offset-key="99rva-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="99rva-0-0"><span data-offset-key="99rva-0-0">O desequilíbrio do ecossistema se deve ao modelo de exploração dos recursos naturais, adotado no mundo inteiro. E aqui no Brasil não foi diferente, ao ser implantado pela colonização europeia o mesmo modelo em vigor até hoje, entre avanços e retrocessos. Só que, neste momento, não se trata mais de estudar teorias mirabolantes para justificar vantagens de determinados tipos de sistemas governamentais ou de projetos ideológicos. Agora, a questão ficou esclarecida diante de fatos inquestionáveis: este modelo não presta, não se mostra viável, aliás, nunca foi. É falho em sua concepção. É preciso que sejam retiradas as tramelas de portas e janelas, para que se deixe entrar a ciência do cuidado, praticada pelos povos indígenas com toda a sua sabedoria ancestral. É preciso não temer a distribuição equilibrada da riqueza da nação; é preciso eliminar a concentração de renda, de poder ou de bens; é preciso escutar os ambientalistas, as lideranças indígenas e a comunidade científica; é preciso que a tecnologia seja uma aliada da ciência do cuidado, e não uma concorrente. </span></div>
<div data-offset-key="99rva-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="95hk6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="95hk6-0-0"><span data-offset-key="95hk6-0-0">Precisamos voltar pra casa, já fomos longe demais.</span></div>
<div data-offset-key="95hk6-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="ai8c5-0-0">
<div data-offset-key="ai8c5-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ai8c5-0-0"><strong>Chapeuzinho vermelho: a desobediência</strong></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="b8rv1-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="b8rv1-0-0"><span data-offset-key="b8rv1-0-0">Há muitas maneiras de se interpretar uma fábula, e aqui está mais uma entre tantas outras feitas por psicólogos, antropólogos, psicanalistas, etc.</span></div>
<div data-offset-key="b8rv1-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="9aivh-0-0">
<div data-offset-key="9aivh-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9aivh-0-0"><strong>A fábula</strong></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="8n6a5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8n6a5-0-0"><span data-offset-key="8n6a5-0-0">A mãe pede que a filha vá à casa da avó levando uma cesta com maçãs. Recomenda que ela não demore muito e siga sempre pelo caminho indicado – nada de atalhos, porque neles pode estar escondido o lobo-mau. Tentada a chegar mais depressa ao seu destino, a menina desobedece e, ao ser surpreendida pelo lobo, inadvertidamente, revela aonde vai. Satisfeito, ele corre à frente dela e, ao chegar à casa da velhinha, chama-a imitando a voz de Chapeuzinho. Já adoentada e com a vista embaçada, confiante, a avó abre a porta e deixa entrar o lobo, que a engole inteirinha. Empanturrado, ele deita na cama vestindo as roupas da avó, enquanto espera a menina chegar &#8211; feliz, ela vem cantarolando pelo caminho, sem se dar conta do que está por acontecer. Ao entrar e descobrir que foi enganada, a menina grita desesperadamente temendo ser, também, engolida. Um lenhador escuta os gritos e corre para salvá-la e à sua avó, que ainda vive na barriga do lobo-mau. Assustada, a menina volta pra casa chorando. Muito arrependida, pede desculpas à mãe e promete sempre obedecer aos conselhos dela.</span></div>
<div data-offset-key="8n6a5-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="9q907-0-0">
<div data-offset-key="9q907-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9q907-0-0"><strong>Os personagens</strong></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="8i539-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8i539-0-0"><span data-offset-key="8i539-0-0">&#8211; O lobo mau (o modelo capitalista)</span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="fdh2j-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fdh2j-0-0"><span data-offset-key="fdh2j-0-0">&#8211; A menina (a espécie humana)</span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="bsug7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bsug7-0-0"><span data-offset-key="bsug7-0-0">&#8211; A mãe (a biodiversidade)</span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="9vei4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9vei4-0-0"><span data-offset-key="9vei4-0-0">&#8211; A avó (Gaia, a mãe-Terra)</span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="625dk-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="625dk-0-0"><span data-offset-key="625dk-0-0">&#8211; O lenhador (os pensadores)</span></div>
<div data-offset-key="625dk-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="5nvp-0-0">
<div data-offset-key="5nvp-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5nvp-0-0"><strong>A lição</strong></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="c8e76-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c8e76-0-0"><span data-offset-key="c8e76-0-0">O modelo capitalista se assemelha ao lobo-mau que, disfarçado de bom moço, sai em busca de presas fáceis para saciar sua fome de devorar tudo, até se empanturrar.</span></div>
<div data-offset-key="c8e76-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="fvji6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fvji6-0-0"><span data-offset-key="fvji6-0-0">A mãe (a biodiversidade do planeta), sabiamente, aconselha a menina (a espécie humana) a não encurtar caminhos em busca de atalhos desconhecidos – os caminhos fáceis, geralmente, escondem armadilhas perigosas.</span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="djfk1-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="djfk1-0-0"><span data-offset-key="djfk1-0-0">A avó (Gaia), já cansada de ser maltratada, é engolida pelo sistema capitalista, exatamente como a Terra está sendo tragada pelos gananciosos que querem viver empanturrados, sem qualquer preocupação com a escassez que, fatalmente, virá.</span></div>
<div data-offset-key="djfk1-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="1f66m-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1f66m-0-0"><span data-offset-key="1f66m-0-0">Os pensadores são aqui simbolizados pelo lenhador, o trabalhador que acende o fogo para aquecer, coser o alimento e iluminar as trevas do obscurantismo e do negacionismo.</span></div>
<div data-offset-key="1f66m-0-0"></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="62eph-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="62eph-0-0"><span data-offset-key="62eph-0-0">Fiat lux!<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-6394" src="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/logo-1-300x261.png" alt="Projeto Semear Letras e Artes" width="300" height="261" srcset="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/logo-1-300x261.png 300w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/logo-1.png 307w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="d9412-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d9412-0-0"><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="d9412-0-0"><span data-offset-key="d9412-0-0"> </span></span></div>
</div>
<div class="_2cuy _3dgx" data-block="true" data-editor="5hs5d" data-offset-key="8imm4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8imm4-0-0"><span data-offset-key="8imm4-0-0">Ilustração de capa: Ricardo Cunha Melo<br />
</span></div>
</div>
</div>
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		<title>Carta de Bruna Estima Borba para Monteiro Lobato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 13:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coletânea de Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas a Monteiro Lobato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COLETÂNEA DE MEMÓRIAS &#8211; CARTAS A MONTEIRO LOBATO Querido Monteiro Lobato, Sei que suas obras têm o mérito de ter encantado gerações de crianças. Fui uma delas. Nasci e vivi até os oito anos em um sítio da zona da mata de Pernambuco. Dessa minha primeira infância recordo que não nos faltava nada, lá havia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>COLETÂNEA DE MEMÓRIAS &#8211; CARTAS A MONTEIRO LOBATO</p>
<p>Querido Monteiro Lobato,</p>
<p>Sei que suas obras têm o mérito de ter encantado gerações de crianças. Fui uma delas.  Nasci e vivi até os oito anos em um sítio da zona da mata de Pernambuco. Dessa minha primeira infância recordo que não nos faltava nada, lá havia tudo de que precisávamos. Era acordar bem cedo e havia tanto o que ver e fazer que nem se sentia o tempo passar. Os animais – o galo e suas galinhas, os patos, duas vacas e um boi, o jumento, e o cachorro Trovão criavam um tumulto divertido e trabalhoso. As árvores na entrada da propriedade, o pequeno jardim de minha mãe ao redor da varanda e a plantação lá ao fundo seguindo para as terras do sítio eram, na minha infância, o universo. Em nossa casa havia um único livro, a Bíblia. Ainda assim, nós crianças não podíamos tocá-lo. Ficava em cima do aparador, ao lado da imagem de Nossa Senhora.<br />
Mas em um curto período tudo mudou. Faleceram meu pai e em seguida minha mãe. Eu, minhas irmãs e irmãos fomos distribuídos pelas casas dos parentes. Vim parar no Recife, na casa da tia Mariinha e do tio Eusébio, casados há cerca de dez anos e sem filhos. Lembro de minha chegada tão tímida, levada pela Irmã Bernadete da paróquia de Aliança.<br />
 	&#8211; Essa é sua nova mãe, disse a freira.<br />
O susto foi enorme. Mas tio Eusébio interrompeu aquela fala.<br />
&#8211; Bem-vinda, Laura. Essa é sua tia Mariinha e eu sou seu tio Eusébio.<br />
Minha tia adiantou-se para me abraçar.<br />
&#8211; Deve estar com fome, coitadinha.<br />
E me levou para uma mesa onde se via um lindo e cheiroso bolo.<br />
&#8211; Fiz para você, Laurinha.<br />
Eu não tive nada melhor para dizer, a não ser a frase ingrata:<br />
&#8211; O de minha mãe é mais bonito.<br />
Queria repudiar as más palavras da freira. Mas aprendi a amar minha tia no momento em que, pondo uma fatia no prato, respondeu:<br />
&#8211; Com certeza, meu bem. Nenhum bolo será nunca melhor que o de nossas mães. Mas esse fiz com muito carinho para você.<br />
Já anoitecia quando a Irmã Bernadete se despediu. Nos dias que havia passado no convento após a morte de minha mãe me esforçara bastante para tomar banho e me vestir sozinha, pentear-me, me arrumando bem direitinho.<br />
Na nova casa havia um quarto somente para mim, um guarda-roupa com gavetas onde guardei o pouco das coisas que havia trazido. Fiz tudo isso com muito cuidado e voltei para a sala.<br />
O jantar seguiu tranquilo e, no final, tia Mariinha disse:<br />
&#8211; Vamos dormir, Laurinha?<br />
Nesse momento tio Eusébio se aproximou de mim com um embrulho nas mãos.<br />
&#8211; Laura, comprei esse presente para você. Acho que vai gostar.<br />
Desembrulhei e vi o livro, Reinações de Narizinho.<br />
O livro trouxe para perto de mim um mundo imaginário que não me causava nenhuma estranheza: um sabugo de milho que se tornava Visconde me parecia naturalmente possível e, mais que isso, desejável. Um porquinho Marquês, que engraçado! Porém, para além dos maravilhosos relatos eu me via em Emília, a menina que, como eu, não tinha mãe.<br />
Ganhei outros livros seus e os lia com tanto divertimento que sequer sentia o tempo passar:  O Saci, Viagem ao Céu, Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, Aritmética da Emília, Geografia de Dona Benta, História das Invenções, Dom Quixote das Crianças, Memórias da Emília, O Poço do Visconde, O Picapau Amarelo, O Minotauro, A Reforma da Natureza, A Chave do Tamanho e Os Doze Trabalhos de Hércules.<br />
Apesar de ter em Emília minha heroína, eu sequer cogitava em ser levada e malcriada. Não ousava fazer birras ou ser teimosa. Nem me arriscava em desobediências e travessuras. Tampouco era respondona e faladeira. Muito pelo contrário, era naturalmente cordial e atenciosa. Educada e disciplinada. Simpática e estudiosa. Lembro que um dia pus na boca um pedaço de galinha com um pequeno ossinho. Fiquei com tanta vergonha! Não sabia como tirar aquilo da boca, tampouco tive coragem de engolir. Então fiquei durante toda a refeição com aquele osso em um cantinho da bochecha. No final, quando pude me levantar da mesa, fui correndo ao banheiro e cuspi na privada.<br />
Por isso mesmo não era de admirar que Emília fosse um ídolo para mim: falava tudo o que eu calava. Fazia tudo o que eu não me permitia sequer querer fazer. E, sendo uma boneca feita de trapos e recheada de macela, se auto-declarava:<br />
&#8211; “Sou a independência ou morte!”<br />
Quando sonhava eu era Emília e então nada me limitava, ninguém me segurava: subia em nuvens para ver de perto as estrelas, colhia mel de abelhas sem ser picada, apanhava pérolas em ostras no fundo do mar, descia pela cratera do vulcão e via, de perto, a lava escorrer por entre meus pés sem me queimar. Emília era meu alter ego e, guardadas as proporções, meu Dr. Hyde. Ia dormir pensando:<br />
&#8211; O que vou aprontar nessa noite?<br />
Ao completar dez anos ganhei uma festa de aniversário. Eu, que nunca esperava qualquer agrado, criei coragem e pedi um presente: um retrato de minha mãe, pois me afligia sentir a memória de seu rosto se apagar a cada dia em minha mente. Sabia que chegaria o momento em que não me recordaria mais dela. Meu tio não pôde atender àquele pedido, pois naquele tempo não havia fotos e retratos à vontade como hoje.<br />
Então tia Mariinha me salvou mais uma vez, dizendo:<br />
&#8211; Laurinha, me peça um presente.<br />
E eu, esquecendo um pouco a saudade que a cada dia se tornava mais efêmera, pedi com alegria um bolo. Porém, não o bolo que mamãe costumava fazer e que com melancolia estava tão distante, mas o livro comestível inventado por Emília em A Reforma da Natureza. As folhas seriam feitas de bolo e à medida que fossem lidas iriam sendo comidas. Para meu grande contentamento tia Mariinha me fez um bolo usando as assadeiras próprias do bolo de rolo, com a massa bem fininha para assar as camadas que vão sendo enroladas umas sobre as outras com recheio de goiabada. Foram três páginas escritas por minha tia usando o doce de goiaba como tinta, transcrevendo partes dos livros que você escreveu e onde ela também conseguira desenhar o rosto de boneca de Emília e seus olhos de retrós.  Cantamos parabéns, comemos as folhas dos livros e eu me senti como se estivesse dentro de uma de suas obras.<br />
Quando estendi a mão para pegar o último pedacinho da folha de bolo escutei, sem que sua voz me causasse nenhum sobressalto, minha mãe dizendo baixinho:<br />
&#8211; Feliz aniversário querida.<br />
Já se passaram cinquenta anos daquela data. Ainda tenho seu Reinações de Narizinho guardado comigo e ainda lembro, quando vou ocasionalmente a aniversários, do bolo comestível dos meus dez anos. E ainda me emociono e agradeço a você, querido Monteiro Lobato, por ter tornado minha infância mais feliz, mais fácil, mais infância.</p>
<p>Recife, 02 de abril de 2019<br />
Bruna Estima Borba</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a história da Cultura Nordestina</a></p>
<p>OS COMENTÁRIOS FEITOS NAS POSTAGENS DAS CARTAS SERÃO CONTABILIZADOS PARA EFEITO DE PREMIAÇÃO DE SEUS AUTORES</p>
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		<title>Novoestilo Edições do Autor lança edital de inscrição de coletânea de memórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 14:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[coletânea de memórias]]></category>
		<category><![CDATA[Monteiro Lobato]]></category>
		<category><![CDATA[novoestilo edições do autor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cartas a Monteiro Lobato Em 2016 foi quando surgiu a ideia de se comemorar o aniversário do escritor Monteiro Lobato e Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, no Ponto de Cultura Nordestina, no Poço da Panela, no Recife – espaço atento ao que deve ser celebrado e perpetuado em nossa riqueza cultural e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cartas a Monteiro Lobato</strong></p>
<p>Em 2016 foi quando surgiu a ideia de se comemorar o aniversário do escritor Monteiro Lobato e Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, no Ponto de Cultura Nordestina, no Poço da Panela, no Recife – espaço atento ao que deve ser celebrado e perpetuado em nossa riqueza cultural e literária.</p>
<p>Utilizando a prerrogativa da literatura infantil, que pode recriar a realidade com um discurso imaginário e particularmente simbólico, uma carta endereçada à contadora de histórias Vera Nóbrega, escrita por Monteiro Lobato, circulou, na época, anunciando o I Abril de Monteiro Lobato – grande contação de histórias, encenada, tendo os personagens do Sítio do Pica-pau amarelo representados por uma turma que ficou conhecida como a Trupe da Cultura. </p>
<p>Atualmente, fazem parte da Trupe: Colly Holanda, como dona Benta; Bernadete Bruto &#8211; Narizinho; Taciana Valença &#8211; tia Nastácia; Adriano Cabral &#8211; a Cuca, Edimilson Lima &#8211; o Visconde de Sabugosa e Vera Nóbrega &#8211; Emília. A aceitação foi tão grande entre crianças e adultos, que estaremos realizando a quarta edição do programa no dia 27 de abril deste ano.</p>
<p>Apesar de as cartas terem perdido o encantamento e sido substituídas por e-mails e whatsApps, tudo numa velocidade incrível, resolvemos responder à carta recebida por Vera Nóbrega, em 2016, e contar o que está acontecendo por aqui ao querido Monteiro Lobato, falecido em 1948, precursor da literatura infantojuvenil no Brasil, e autor da obra Sítio do Pica-pau amarelo, que vem encantando crianças de várias gerações desde o século passado. </p>
<p>Uma carta aguarda sempre uma resposta, e várias cartas reunidas em uma coletânea de memórias, onde os leitores poderão dizer ao querido escritor o quanto ele foi importante em suas vidas, é a melhor resposta que qualquer autor gostaria de receber. Além disso, ao ser produzida, a carta também pode dizer muito a quem escreve.  </p>
<p><strong>Edital</strong></p>
<p>Cartas a Monteiro Lobato &#8211; Coletânea de memórias<br />
Realização: Novoestilo Edições do Autor</p>
<p>Tendo em vista a comemoração dos 137 anos de nascimento do escritor (1882 | Taubaté-SP) em 18 de abril deste ano, e do Dia Nacional do Livro Infantil, a Novoestilo Edições do Autor lança o edital de participação e inscrição de escritores e poetas na Coletânea de memórias Cartas a Monteiro Lobato, a ser lançada em outubro de 2019 durante as comemorações do Dia da Criança na Cultura Nordestina.</p>
<p>Além da participação na coletânea, os autores concorrerão a 3 prêmios: o 1º lugar receberá mais 10 exemplares da coletânea, além da sua cota em livros; o 2º lugar, 5 e o 3º lugar, 3, levando-se em consideração o número de comentários no www.blog.culturanordestina.com.br às cartas, por ocasião das publicações, que ocorrerão na medida em que o material for sendo entregue à editora. A contagem dos acessos será encerrada em outubro, em data a ser posteriormente divulgada.</p>
<p>Os textos (em prosa ou verso) deverão ser dirigidos ao escritor Monteiro Lobato falando da importância da obra do autor em sua vida, e enviados até 30 de abril para o e-mail: culturanordestinaletras@gmail.com </p>
<p>Especificações: 1) material a ser enviado &#8211; até 2 páginas tamanho A4 (210 X 297 mm) | entrelinhas simples | fonte Calibri 12; 2) livro a ser recebido &#8211; formato 16 X 23 cm, miolo em papel pólen 80 grs., capa em Supremo 250 grs., laminação fosca.</p>
<p>Valor da participação (até 30 de agosto/19): R$ 250,00 em espécie ou depósito bancário | no Visa, Master ou Hiper (+ taxas da maquineta). O valor é relativo à aquisição de 10 (dez) exemplares da coletânea Cartas a Monteiro Lobato.<br />
Maiores informações: 81 3243-3927 | 9-93457572 (WhatsApp)</p>
<p>Solicite a sua ficha de inscrição pelo e-mail acima ou diretamente na editora.</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a história da Cultura Nordestina</a></p>
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		<title>Palco dividido num cenário desafiador, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 14:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Dannyla Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[João Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Cultura Nordestina]]></category>
		<category><![CDATA[Robson Faro]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine Autoral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PROJETO VITRINE AUTORAL A proposta de trazer o projeto Vitrine Autoral para a zona Norte do Recife é, sem dúvida, uma grande ideia do músico e produtor cultural João Natureza. O projeto, cuja estreia se deu ontem (29 de agosto), no Ponto de Cultura Nordestina, no Poço da Panela – bairro que surge a partir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>PROJETO VITRINE AUTORAL</p>
<p>A proposta de trazer o projeto <strong>Vitrine Autoral</strong> para a zona Norte do Recife é, sem dúvida, uma grande ideia do músico e produtor cultural <strong>João Natureza</strong>. O projeto, cuja estreia se deu ontem (29 de agosto), no Ponto de Cultura Nordestina, no Poço da Panela – bairro que surge a partir de um pequeno povoado pertencente ao Engenho Casa Forte, comandado por Ana Paes, no século XVIII, e que ainda guarda características da arquitetura colonial, ameaçada pela especulação imobiliária; bairro que abrigou a Associação Emancipatória Clube do Cupim, que alforriava, defendia e protegia escravos; bairro onde residia dona Olegarinha, esposa do abolicionista José Mariano, figura de grande relevância na comunidade negra do século XIX; bairro onde as famílias nadavam nas águas cristalinas do Capibaribe, “por entre os jardins risonhos, sob uma abóbada de frondosa vegetação silvestre” (Notas Dominicais – L. F. de Tollenare. Edupe. Recife, 2011); bairro inspirador, escolhido por artistas, escritores e poetas para morar, produzir e expor sua arte. </p>
<p>É neste cenário desafiador, que o <strong>Vitrine Autoral</strong> se propõe a mostrar a melhor música autoral produzida no Recife, às quartas-feiras, às 20h. E como escutar uma boa música requer um aparato que inclui som, iluminação e ambientação de qualidade, tudo isso é oferecido ao público, aliado aos comes e bebes – caipirinha, sucos, vinho, uísque, e petiscos preparados especialmente para a ocasião. Ontem, o destaque foi para o sanduíche Miolo de pote – pão de macaxeira, pasta verde, queijo, presunto e alface. </p>
<p>Dividir o palco é para quem tem o olhar voltado para o outro e não, apenas, para si. E é com essa característica, que o músico <strong>João Natureza</strong> produz, dirige e apresenta o <strong>Vitrine Autoral</strong>, dividindo o palco com <strong>Danylla Gouveia </strong>e <strong>Robson Faro</strong>, em seu programa de estreia. A cada semana, outros compositores serão convidados para brindar o público com suas músicas. </p>
<p>Vale a pena conferir. Você vai se surpreender, como eu me surpreendi.</p>
<p>Serviço:<br />
Projeto Vitrine Autoral<br />
Dias: quartas-feiras<br />
Horário: 20 às 22h<br />
Local: Ponto de Cultura Nordestina<br />
Endereço: Rua Luiz Guimarães, 555, Poço, Recife<br />
Ponto de referência: Museu do Homem do Nordeste / FUNDAJ (por trás)<br />
Fone: (81) 3243-3927<br />
Ingresso: R$ 20,00</p>
<p>Produção e direção: João Natureza</p>

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		<title>Apresentação de Cássio Cavalcante, por Maria de Lourdes Hortas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 14:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque literário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Cultura Nordestina, na abertura do Destaque literário em 7/6/2018) Inicialmente, quero agradecer à CULTURA NORDESTINA, nas pessoas de Salete Rêgo Barros, idealizadora deste centro cultural, Bernadete Bruno e Eugênia Menezes, coordenadoras deste evento, pelo simpático convite para estar aqui, hoje, participando da abertura do DESTAQUE LITERÁRIO em homenagem ao nosso estimado amigo Cássio Cavalcante. Aproveito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(Cultura Nordestina, na abertura do Destaque literário em 7/6/2018)</p>
<p>Inicialmente, quero agradecer à CULTURA NORDESTINA, nas pessoas de Salete Rêgo Barros, idealizadora deste centro cultural, Bernadete Bruno e Eugênia Menezes, coordenadoras deste evento, pelo simpático convite para estar aqui, hoje, participando da abertura do DESTAQUE LITERÁRIO em homenagem ao nosso estimado amigo Cássio Cavalcante. Aproveito para deixar registrados os meus sinceros aplausos a todos que habitam e iluminam esta casa, com dedicação, resistência e amor.<br />
Apresentar CÁSSIO CAVALCANTE, escritor pernambucano que nasceu no Ceará, é para mim uma honra e alegria. No cenário da literatura pernambucana, poucos desempenham com tanta propriedade, o conceito do que podemos chamar de animador e coordenador cultural, trabalho árduo de elaboração e execução de projetos relevantes e significativos. O seu vasto currículo revela-nos um jornalista e escritor cujo percurso merece destaque e aplausos.<br />
Seu passo inicial na literatura deu-se como contista, com a publicação de Meu Primeiro Milhão na revista Caruaru Hoje (2005). Mais tarde, em 2013, publicou a novela Sob o céu de uma cidade, Prêmio Talentos Helvéticos Brasileiros – Categoria romance, exposto no Salão do Livro em Genebra – Suíça<br />
Esse livro de estreia, segundo a escritora e jornalista Ariadne Quintella, trouxe à literatura um trabalho de grande valia, pela oportunidade de oferecer ao leitor jovem uma visão da nossa realidade social e histórica, metamorfoseada em ficção.<br />
Por outro lado, a escritora Fátima Quintas, no prefácio desta novela, afirma estar “diante de um escritor maduro”, que vai ao encontro de Tolstoi, configurando o regional em dimensão universal. E a prefaciadora acrescenta: “Cássio consegue, de maneira brilhante, fotografar a essência de uma cidade pequena” (&#8230;) “Poucos escritores galgam o patamar do real, na teia de inventividade”.<br />
Ainda sobre a ficção de Cássio Cavalcante, a propósito do livro “O sorriso de Ligia e outros contos”, que será lançado em breve, o mestre Carrero afirma: “Cássio é um autor exigente e determinado, que construiu um livro forte”.<br />
Percorrendo o caminho de Cássio, encontramos BATE PAPO LITERAL, importante documento de uma época, onde o autor reúne entrevistas de 50 personalidades culturais do Recife, inicialmente publicadas no jornal Gazeta Nossa. O livro é ilustrado com fotos dos entrevistados, captadas com beleza e carinho pelo autor.<br />
Outro trabalho que merece destaque é NARA LEÃO, A MUSA DOS TRÓPICOS, excelente biografia que nos revela um pesquisador sério e competente, premiado com Menção Honrosa pela Academia Pernambucana de Letras, e também com o Prêmio Clarice Lispector, no Rio de Janeiro.<br />
Na obra multifacetada de Cássio, paralelamente à sua atividade como escritor, encontramos o seu significativo e generoso trabalho de organizador de antologias, em solo, ou a várias mãos.<br />
Depois de, sozinho, organizar OS MISTÉRIOS DE CADA UM (2007), participou da organização das coletâneas NOITE  FELIZ, antologia de Natal, em prosa e verso (2011); OLHA PRO CÉU MEU AMOR, antologia de São João, em prosa e verso (2012); OH QUARTA-FEIRA INGRATA &#8211; Antologia do Carnaval, em prosa e verso (2013).<br />
 Em 2016 organizou e lançou a ANTOLOGIA 7 PECADOS CAPITAIS em prosa e verso (2016). E tem pronta a coletânea OS DEZ MANDAMENTOS, com lançamento para breve.<br />
Cássio Cavalcante é ainda Personalidade da Neolatinidade, título concedido pelo Conselho Consultivo do Movimento – Festlatino, criado pelo escritor Humberto França, de saudosa memória.<br />
De passagem, no currículo do nosso homenageado, constatamos que ele é verbete do dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira, editor do jornal Folha Cultural e colaborador dos Jornais Folha de Pernambuco – Recife (PE), Terra da Gente – Surubim (PE), Voz do Planalto – Carpina (PE) e Folha do E. Santo – Cachoeiro do Itapemirim (ES).<br />
Membro da SABEPE – Sociedade dos Amigos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, pertence também à AIP – Associação da Imprensa da Pernambuco e várias academias: Academia Recifense de Letras, PE; Academia Olindense de Letras (PE); Academia de Artes, Letras e Ciências de Olinda (PE); Academia de Artes e Letras de Pernambuco (PE); Academia de Letras e Artes de Fortaleza (CE); Academia de Letras Juvenal Galeno (CE); Academia de Letras do Brasil – SP/ São José do Rio Preto (SP); Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes; e Academia de Letras e Artes Valparaíso (CHILE), membro da Delegação no Brasil.<br />
Paralelamente, recebeu títulos e comendas que seria longo enumerar, destacando-se a Comenda Luís Vaz de Camões, pelo Núcleo de Letras e Artes de Lisboa, além de muitos outros troféus e prêmios, todos eles testemunhas do valor do autor em destaque neste mês de Junho, na Cultura Nordestina.<br />
A todos esses títulos, acrescente-se que foi reconhecido pela Câmara Municipal do Recife, como cidadão recifense, título que, certamente, guarda no seu generoso coração.<br />
A par disso, com dedicação e competência, exerceu várias curadorias literárias, como, por exemplo, a do primeiro Seminário de Escritores no Recife, a primeira Feira Literária do Vale do Ipojuca (Porto de Galinhas – PE), e a Feira Literária da Livraria Jaqueira (Recife – PE).<br />
Participou também da coordenação de programas culturais, tais como A Cultura e a Arte em Pernambuco e vários programa de UBE, de poesia e ficção. Participa também na coordenação de programas na Cultura Nordestina.<br />
Dinâmico e inquieto, Cássio vem marcando presença em feiras culturais e bienais, não só no Nordeste, mas em todo o Brasil.<br />
Para encerrar, gostaria apenas de acrescentar breves pinceladas, momentos em que os nossos caminhos se cruzaram. Conheci Cássio Cavalcanti através do escritor Cyl Galindo, querido e saudoso amigo, grande batalhador e divulgador da cultura brasileira.  Na época, Cássio era editor de Gazeta Nossa, e me entrevistou. Daí em diante venho acompanhando o seu trabalho, sua  produção cultural, sua  presença atenta em eventos significativos do nosso Estado.<br />
Fui incluída, com muita alegria e honra, no seu livro BATE-PAPO LITERAL (2012), e tive o prazer de recebê-lo em minha casa, para uma tarde feliz de muita conversa e vinho do Porto.<br />
Hoje, neste belo reencontro, quero simbolicamente reeditar aquela tarde de Aldeia, de acolhimento e muita luz, celebrando com ele a amizade, a arte e a vida.</p>
<p>Casa Forte, 7/6/2018.</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a nossa história</a></p>
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		<title>Biblioteca comunitária do Poço renova as esperanças, por Samarone Lima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 17:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[cultura nordestina letras & artes]]></category>
		<category><![CDATA[Poço da Panela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Biblioteca Comunitária do Poço da Panela foi inaugurada dia 1º de abril de 2011 por um grupo de quatro amigos, moradores da comunidade. A casa, que é alugada, fica à beira do rio Capibaribe (rua Beira Rio, 22), ao lado do “Campinho de Seu Abdias”. Todo o acervo veio de doações. Durante esses 7 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://culturanordestina.com.br/biblioteca-comunitaria-do-poco-renova-as-esperancas-por-samarone-lima/">Biblioteca comunitária do Poço renova as esperanças, por Samarone Lima</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturanordestina.com.br">Cultura Nordestina</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Biblioteca Comunitária do Poço da Panela foi inaugurada dia 1º de abril de 2011 por um grupo de quatro amigos, moradores da comunidade. A casa, que é alugada, fica à beira do rio Capibaribe (rua Beira Rio, 22), ao lado do “Campinho de Seu Abdias”. Todo o acervo veio de doações.<br />
Durante esses 7 anos, o projeto se manteve graças à doação de pessoas que simpatizavam com o projeto, os “padrinhos”, sem nenhum tipo de convênio formal com qualquer instituição. Ao longo dos anos, vários escritores, contadores de histórias, artistas, professores universitários e seus alunos (em cursos de extensão), fizeram o espaço ter sempre atividades, especialmente com as crianças e adolescentes da comunidade.<br />
Graças a um convênio com o Instituto Clio, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Conservatório Pernambucano de Música, foi possível criar, na sede da Biblioteca, um núcleo do projeto Orquestrando Pernambuco. Vinte e cinco jovens, com idades entre 8 e 14 anos, tiveram formação musical, aula de violino, violoncelo, teoria musical, e canto coral. Os professores eram do próprio Conservatório. O projeto terminou há alguns meses.<br />
Nos últimos meses, com o aumento da crise financeira do país, a manutenção da biblioteca começou a ficar cada vez mais difícil. A possibilidade de encerrar as atividades, após 7 anos, começou a se tornar uma realidade.<br />
Neste momento, surge a possibilidade de uma parceria com o Ponto de Cultura Nordestina/Rede de Associados Letras &#038; Artes &#8211; LETRART, localizado à rua Luiz Guimarães, 555, no Poço da Panela, com experiência de 6 anos em atividades culturais e educativas que têm o propósito de apontar caminhos para a transformação da sociedade: oficinas O fio da meada – artes e ofícios; Abril de Monteiro Lobato – contação de histórias com personagens do Sítio do Pica-pau amarelo em comemoração ao Dia nacional do livro infantil e aniversário do escritor (18 de abril); comemorações do calendário cultural – ciclos junino e natalino, mês da mulher, da consciência negra, entre outras; realização mensal de saraus lítero-musicais; Café, cultura e afeto – debates mensais com o objetivo de compartilhar ideias em diversas áreas do conhecimento; oficina literária Clarice Lispector; Teatro lido; Destaque literário – programa mensal de divulgação da vida e obra de escritores nordestinos, contemporâneos, entre outras atividades.<br />
A iniciativa é da sociedade civil organizada, e o espaço se tornou um local de referência de acolhimento, trocas, oportunidades e realizações, graças ao trabalho voluntário de escritores, professores, artistas plásticos, atores, músicos, arte-educadores entre outros.<br />
Por outro lado, moradores do Poço da Panela também demonstraram preocupação com o possível fechamento do espaço, como o professor da UFPE, Moisés Santana, o produtor cultural Antônio Pinheiro, entre outros.<br />
Neste momento, sentimos um ar puro e novo de renovação deste projeto comunitário que faz parte da história recente do Poço da Panela.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/bibliotecadopoco">Conheça a Biblioteca do Poço</a><br />
E-mail: bliotecapocodapanela@gmail.com<br />
<a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a história do Ponto de Cultura</a></p>
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		<title>O popular e o erudito em Eugênia, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2018 18:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bernadete Bruto]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Destaque literário da Cultura Nordestina em abril de 2018: Eugênia Menezes O poder de revelação encontrado na literatura faz de uma obra o retrato fiel do acervo intelectual e afetivo do autor. E com a obra de Eugênia não poderia ser diferente: todas as cicatrizes estão ali, impressionando o bom observador que, na leitura acurada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Destaque literário</strong> da Cultura Nordestina em abril de 2018: <strong>Eugênia Menezes</strong></p>
</blockquote>
<p>O poder de revelação encontrado na literatura faz de uma obra o retrato fiel do acervo intelectual e afetivo do autor. E com a obra de Eugênia não poderia ser diferente: todas as cicatrizes estão ali, impressionando o bom observador que, na leitura acurada se emociona e se encontra nas entrelinhas de suas escrituras.</p>
<blockquote><p>Somente aos 40 anos de idade, Eugênia resolve dar à luz as suas reflexões amadurecidas no convívio da Fundação Joaquim Nabuco, onde trabalhou durante 30 anos, e anteriormente construídas no Sertão paraibano, mais precisamente na cidade de Taperoá, onde nasceu, palco de suas mais ricas experiências, onde carência e abundância moldaram sua personalidade, influenciando-a decisivamente nas futuras escolhas.<br />
No Recife, Pernambuco, o cenário com que ela se depara é perfeito para a realização de suas fantasias infantojuvenis, onde a abundância do verde é equivalente à riqueza das vivências que permearam seus primeiros anos de vida.<br />
Na moradia do Poço da Panela, onde Eugênia viu crescer os 5 filhos e vive há mais de 40 anos, o que se vê é um mosaico de sua existência em cada canto das áreas interna e externa, que se complementam e abrigam móveis da farmácia do pai, repletos de frascos vazios de perfume mas cheios de amor; trabalhos em crochê, fuxico e tacos, feitos pela mãe; acervo fotográfico familiar nas paredes; arranjos de plantas secas, feitos por ela, que traduzem a beleza sertaneja, e obras de arte assinadas por Romero Andrade Lima e Ariano Suassuna, seu primo e conterrâneo. “Minha mãe era irmã da dele” – sempre diz Eugênia ao se referir ao mestre Ariano, nome dado ao seu primeiro filho, em sinal de agradecimento àquele que, num dia distante, encorajou-a com a sábia e fundamental observação: “Você não é feia e tem cara de menina viva, inteligente”.<br />
	Amor à família e à terra que a viu nascer e crescer, assim como o forte sentimento de pertencimento e indignação perante as injustiças são os traços mais marcantes na vida e obra da socióloga e membro da instituição psicanalítica do Recife, Traço Freudiano, Eugênia Menezes. O popular e o erudito são conteúdos que se mesclam numa costura atenta à estética do texto, fiel às suas origens, influências e afetos conquistados nas veredas da vida, num linguajar distante da sofisticação desnecessária, pleno de metáforas, ternura, realidade e amorosidade.<br />
	Em As rédeas da escrita, Eugênia diz: “Eu acho assim: morrer deveria ser num dia como hoje, tempo de sentir a vida sem gosto, fardo, obrigação. Porque a vida tem hora bem leve, bailando na luz.” E mais adiante: “O verde luminoso da véspera vira musgo, e a atenção, presa na gota deslizando sobre a folha, não se detém na breve carícia, mas antecipa: ela vai cair e ser tragada. A gota caída, sorvida satisfeita, de vítima rotulada. Hora de ter pena do mundo ao ver o barco ancorado e só, os remos mortos. Passarinho, em dia assim, desafina. O coito dos cachorros é obsceno nesse divórcio com o mundo e a noite é insone, quando o barulho do relógio é trovoada. Hoje, há um dilúvio no meu peito e se afogarão comigo muitos a quem amo.”</p>
<blockquote><p>Ao fazer esta postagem vejo que a proposta, da parceira Bernadete Bruto, de homenagens aos nossos escritores, através do ”Destaque literário”, não poderia ser mais pertinente aos objetivos da casa. Muitas vezes, estamos tão próximos às pessoas, que não conseguimos dimensionar o potencial nelas existente. Este reconhecimento se propõe a mostrar o trabalho de cada homenageado, colocando-o no pódio por um mês, tempo suficiente para que seja enxergado por olhos atentos, e avaliado o leque de possibilidades e alcance de sua obra.<br />
	Portanto, o convite está posto: dia 5 (quinta-feira), às 19h, vamos compartilhar este momento de Eugênia Menezes, onde ela é o Destaque literário da Cultura Nordestina, do mês de abril de 2018. Até o dia 30, sua obra estará exposta e os eventos da casa falarão mais sobre isso.<br />
	O desafio é dar a visibilidade necessária aos nossos bons autores, para que as gerações futuras possam se orgulhar deles ao conhecer a história de uma época, contada através da literatura. </p>
<p><img decoding="async" src="http://blog.culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2018/03/eugênia-menezes-214x300.jpg" alt="eugênia menezes" width="214" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-951" /></p>
<p>Serviço:<br />
Abertura do Destaque literário de abril/2018<br />
Coordenação e apresentação: Bernadete Bruto<br />
Data: 5 de abril (quinta-feira) de 2018<br />
Horário: 19h<br />
Local: Ponto de Cultura Nordestina Letras &#038; Artes<br />
Endereço: Rua Luiz Guimarães, 555, Poço da Panela &#8211; Recife-PE<br />
Telefone: 81 3243-3927<br />
Entrada franca</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça nossa história</a></p>
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		<title>Prestando contas: O fio da meada, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2017 18:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[artes]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[oficina literária]]></category>
		<category><![CDATA[projeto social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doaram para a realização de 4 oficinas de artes (20 h.a), festa de encerramento (3 h) e livro de registro, num total de R$ 7.242,00 (após descontos de taxas bancárias &#8211; R$ 7.027,96): André Bruto &#124; Antônio Neto &#124; Arlindo Queiroz &#124; Bruno Saraiva &#124; Cadu Nunes Lima &#124; Carlos Augusto &#124; Catarina Fernandes &#124; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doaram para a realização de 4 oficinas de artes (20 h.a), festa de encerramento (3 h) e livro de registro, num total de R$ 7.242,00 (após descontos de taxas bancárias &#8211; R$ 7.027,96):</p>
<p>André Bruto | Antônio Neto | Arlindo Queiroz | Bruno Saraiva | Cadu Nunes Lima | Carlos Augusto | Catarina Fernandes | Colly Holanda | David Cavalcanti | Dulce Albert | Eduardo Melo | Elba Lins | Érica Rêgo Barros | Eugênia Menezes | Fátima Quintas | Fernanda Iglésias | Gustavo Rêgo Barros | Helena Bruto | Helena Cerqueira | Helena Caldas | Hercy Santos | Ivanilde Gusmão | Jacques Ribemboim | João Paulo Silva | José Luiz Melo | Luciana Brindeiro | Luciana Iglesias | Luiz Carlos Dias | Bernadete Bruto | Maria de Lourdes Hortas | Maria Otília Gusmão | Myriam Brindeiro | Myriam Carrilho | Olivia Beltrão | Raissa Maracajá | Renata Dourado | Rivaldo Mafra | Roberto Lemos | Rosa Maria | Rosa Bezerra | Salete Rêgo Barros | Sandra Abreu | Silene Floro | Suzana Cavalcanti | Suzana Falcão | Tânia Maracajá |Teresa Leitão | Taciana Valença | Vera Nóbrega | Vernaide Wanderley | Vitor Albuquerque | Feira de orgânicos da Praça de Casa Forte | Bingo solidário e Sarau lítero-musical coordenados por Colly Holanda | Livraria Ideia Fixa | Programa Quartas às Quatro da UBE | Funcionários do Metrorec Recife, Wanderson Florêncio, Ariadne Quintella e Zélia Monte.</p>
<p><strong>O fio da meada &#8211; artes e ofícios</strong><br />
Projeto social para 80 crianças de 14 a 17 anos (Escola de Referência Silva Jardim)</p>
<p><strong>Tema:</strong><br />
Anunciando o Natal no Poço da Panela</p>
<p><strong>Calendário:</strong><br />
&#8211; 4 de dezembro (segunda-feira): Artes plásticas com Edson Marques e Ricardo Cunha Melo<br />
&#8211; 5 de dezembro (terça-feira): Literatura com Bernadete Bruto e Taciana Valença<br />
&#8211; 6 de dezembro (quarta-feira): Jardinagem com Eugênia Menezes<br />
&#8211; 7 de dezembro (quinta-feira): Música com José Arimatéa</p>
<p>Local: Centro Cultura Nordestina Letras &#038; Artes<br />
Endereço: Rua Luiz Guimarães, 555, Poço da Panela &#8211; Recife-PE<br />
Horário: de 14 às 17h00</p>
<p>&#8211; 11 de dezembro (segunda-feira): Festa de encerramento com show de João Natureza e convidados, lançamento do livro de registro das atividades e apresentações (microfone aberto)</p>
<p>Local: Quadra poliesportiva da Escola de Referência Silva Jardim<br />
Endereço: Praça Monteiro, 2727 &#8211; Monteiro &#8211; Recife-PE<br />
Horário: 15h </p>
<p><strong>Equipe:</strong><br />
&#8211; Elaboração do projeto: Salete Rêgo Barros<br />
&#8211; Coordenação geral: Carminha Bandeira e Taciana Valença<br />
&#8211; Apoio logístico: Rosita Silva (oficinas), Wilma Nascimento (alimentação), Joyce Lima (secretaria)<br />
&#8211; Contação de histórias: Vera Nóbrega<br />
&#8211; Agradecimento especial: Antônio Pinheiro, produtor cultural</p>
<p><strong>Oficineiros: </strong><br />
Bernadete Bruto e Taciana Valença &#8211; literatura<br />
José Arimatéia e João Natureza &#8211; música<br />
Edson Luiz Marques e Ricardo da Cunha Melo &#8211; artes plásticas<br />
Eugênia Menezes &#8211; jardinagem</p>
<p><strong>Escritores convidados para a festa de encerramento:</strong><br />
Bernadete Bruto | Carminha Bandeira | Colly Holanda | Myriam Brindeiro </p>
<p><strong>Música oficial do evento:</strong><br />
Natal verde (paródia) &#8211; Dulce Albert</p>
<p><strong>Realização:</strong><br />
Cultura Nordestina Letras &#038; Artes<br />
<a href="http://www.culturanordestina.com.br">Clique aqui e conheça o nosso sítio</a><br />
Rua Luiz Guimarães, 555, Poço da Panela &#8211; Recife-PE<br />
Fone: (81) 3243-3927<br />
e-mail: contato@culturanordestina.com.br</p>
<p><img decoding="async" src="http://blog.culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2017/10/blog-2-300x275.jpg" alt="blog 2" width="300" height="275" class="alignnone size-medium wp-image-888" /></p>
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		<title>Solidariedade torna a vida uma grande festa, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 14:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[campanha de doação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[o fio da meada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encerrada a campanha de arrecadação para o projeto O fio da meada: artes e ofícios, através da ONG Juntos.com.vc, contabilizamos o valor de R$ 7.242,00, não atingindo, portanto, a meta prevista para a realização de 10 oficinas, que é a de R$ 13.080,00 (incluindo 4% de taxas bancárias e 5% de doação espontânea à plataforma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encerrada a campanha de arrecadação para o projeto O fio da meada: artes e ofícios, através da ONG Juntos.com.vc, contabilizamos o valor de R$ 7.242,00, não atingindo, portanto, a meta prevista para a realização de 10 oficinas, que é a de R$ 13.080,00 (incluindo 4% de taxas bancárias e 5% de doação espontânea à plataforma que abrigou o projeto). No entanto, através da solidariedade de pessoas anônimas, conhecidos, parentes e amigos, chegamos ao valor que garante a realização de 5 oficinas de artes, de 4 horas cada uma, com intervalo para o lanche, beneficiando um total de 100 crianças carentes de oportunidades, da comunidade do Poço da Panela, o lançamento da brochura &#8211; registro das atividades realizadas -, exposição de trabalhos e apresentações durante a festa de encerramento.<br />
Recebi, há pouco, um texto de Guilherme Spadini, psiquiatra e psicoterapeuta formado pela USP, de onde destaco o seguinte: “&#8230; Em uma democracia, o Estado não pode ser mais virtuoso que o povo, já que é o último quem constitui o primeiro. O Brasil precisaria investir menos em saúde se investisse em educação, civismo e autonomia. O Brasil precisa de um povo ativo, produtivo e responsável, e não de um povo doente elegendo políticos para construir hospitais. Pode por isso na cabeça: saúde custa caro. E não para o Estado. Para você.”<br />
O texto acima vem, apenas, confirmar o que penso a esse respeito, e reforçar o que me motiva a investir em arte, cultura e educação.<br />
Gratidão ao Universo pela oportunidade de, juntos, podermos construir o fio que nos une pelo mesmo ideal. Não vou agradecer a ninguém em particular, por correr o risco de pecar por omissão, mas gostaria de destacar: familiares; integrantes da Trupe da cultura, pela confiança e cumplicidade estabelecidas desde sempre; anônimos que doaram na Feira de orgânicos da Praça de Casa Forte, incluindo feirantes e fregueses; funcionários do Metrorec Recife; participantes do programa Quartas às Quatro da UBE; autores da Novoestilo; participantes do sarau lítero-musical e do bingo em benefício do projeto; parceiros da Cultura Nordestina; integrantes da LETRART; os que compartilharam e curtiram as postagens, nas redes sociais, e à Rede Globo Nordeste. Todos, sem exceção, tiveram sua importância neste processo, até os omissos por inércia, falta de perspectiva ou desconfiança.<br />
Na próxima semana iniciaremos o processo de planejamento e seleção das crianças, com a Trupe da cultura e, em novembro/dezembro, realizaremos as oficinas.</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a nossa história</a></p>
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		<title>Por que &#8220;O fio da meada&#8221;?, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2017 20:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[artes]]></category>
		<category><![CDATA[artes e ofícios]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas de artes]]></category>
		<category><![CDATA[projeto social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fio da meada &#8211; artes e ofícios é o projeto social de artes integradas, executado no Ponto de Cultura Nordestina Letras &#038; Artes, que tem como público alvo crianças carentes da comunidade, de 5 a 12 anos, indicadas pela AMAP – Associação de Moradores e Amigos do Poço da Panela, e por escolas públicas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://culturanordestina.com.br/por-que-o-fio-da-meada-por-salete-rego-barros/">Por que &#8220;O fio da meada&#8221;?, por Salete Rêgo Barros</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturanordestina.com.br">Cultura Nordestina</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fio da meada &#8211; artes e ofícios é o projeto social de artes integradas, executado no Ponto de Cultura Nordestina Letras &#038; Artes, que tem como público alvo crianças carentes da comunidade, de 5 a 12 anos, indicadas pela AMAP – Associação de Moradores e Amigos do Poço da Panela, e por escolas públicas da localidade, após a identificação de suas carências e desejos.<br />
As oficinas são realizadas pela Trupe da Cultura, grupo de oficineiros profissionais e voluntários, que realizam oficinas de literatura, arte dramática, artes plásticas, música, culinária, jardinagem e confecção de brochura, distribuída na festa de encerramento das oficinas, quando o registro dos resultados obtidos serão mostrados à comunidade. A ação social beneficiará em torno de 200 crianças, ao longo das 10 oficinas, com duração de 4 horas, cada, realizadas semanalmente, de novembro/17 a janeiro/18.<br />
Entre os objetivos estão a expansão do projeto para outros coletivos, acolhimento às diferenças, fortalecimento de nossas raízes culturais, incentivo à leitura e escrita, com vistas à erradicação do analfabetismo funcional, e o consequente desenvolvimento crítico do cidadão e de sua criatividade. Além disso, o incentivo às habilidades artísticas, a descoberta de talentos com vistas, também, à profissionalização futura dos participantes.<br />
Por ser a iniciativa privada, a maior dificuldade encontrada é a falta de recursos financeiros suficientes para viabilizar o deslocamento, alimentação, pagamento de oficineiros e ocupação do espaço; compra de insumos para as oficinas de culinária e de material para as oficinas de jardinagem, literatura e artes, além da confecção do livro de registro dos trabalhos realizados.<br />
Para viabilizar o projeto, contamos com a solidariedade das pessoas que entendem ser a arte, a cultura e a educação, o fio que conduzirá o nosso país à transformação.<br />
As doações estão sendo feitas através do endereço http://www.juntos.com.vc/pt/projects/4135, até o próximo dia 6 de outubro, quando será encerrado o período da campanha. </p>
<p>Serviço:<br />
Projeto: O fio da meada – artes e ofícios<br />
Local: Ponto de Cultura Nordestina Letras &#038; Artes<br />
Endereço: Rua Luiz Guimarães, 555, Poço da Panela – Recife-PE<br />
Fone: (81) 3243-3927<br />
www.culturanordestina.com.br</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a nossa história</a></p>
<p>O post <a href="https://culturanordestina.com.br/por-que-o-fio-da-meada-por-salete-rego-barros/">Por que &#8220;O fio da meada&#8221;?, por Salete Rêgo Barros</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturanordestina.com.br">Cultura Nordestina</a>.</p>
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