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	<title>Arquivos Bernadete Bruto &#8226; Cultura Nordestina</title>
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	<description>Letras &#38; Artes</description>
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	<title>Arquivos Bernadete Bruto &#8226; Cultura Nordestina</title>
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		<title>Caminhando com a LETRART rumo à transformação da sociedade, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Recify]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2019 13:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bernadete Bruto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO DE ASSOCIADOS &#8211; EDUCAÇÃO Muitas vezes, reflito sobre o que me impulsiona a continuar no caminho escolhido, apesar de lamacento e pedregoso. Aquilo que me acorda todos os dias com uma vontade imensa de chegar, não tem nome nem cor, muito menos forma. Mas tem cheiro. É o cheiro do leite que me leva [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO DE ASSOCIADOS &#8211; EDUCAÇÃO</p>
<p>Muitas vezes, reflito sobre o que me impulsiona a continuar no caminho escolhido, apesar de lamacento e pedregoso. Aquilo que me acorda todos os dias com uma vontade imensa de chegar, não tem nome nem cor, muito menos forma. Mas tem cheiro. É o cheiro do leite que me leva de volta ao caminho da Escola Típica Rural Fazendinha, no município de Bezerros-PE.</p>
<p>Todas as manhãs, minha mãe saía de casa no lombo de uma jumenta, guiada por meu avô, vestida numa saia enorme e colorida, rumo à Fazendinha. Pelo caminho, ora chuvoso e lamacento, ora pedregoso e calorento, crianças iam se integrando ao comboio carregando cadernos, livros e lápis. Ao chegar à escola, já eram muitos. Numa sala de aula única, alunos separados por fileiras, de primeira a quarta série. Meu avô ajudava como podia, porque, sozinha, ela não daria conta – ensinar, tomar as lições e receber as mães, que ela chamava para conversar sobre traquinagens, deveres de casa sem fazer, etc. Pela manhã, aulas de Linguagem, Matemática, História e Geografia; à tarde, Trabalhos manuais e Religião. Uma vez por mês, o final de semana era de festa – no sábado, exposição dos trabalhos: paninhos bordados, diademas, mobiliário feito com caixas de fósforos, para as meninas; carrinhos de lata, bonecos de madeira, para os meninos. Missa, confissão, primeira comunhão, batizados e, até, casamento coletivo, no domingo. Eu adorava essa movimentação. O tonel de leite em pó exalava um cheiro especial, que ficou para sempre em minha memória afetiva. Meu avô misturava leite com Toddy e colocava num tacho, no fogão de lenha, na hora do lanche. Uma fila se formava com as crianças de caneco na mão para receber a perfumada mistura. Na hora do almoço as mães vinham buscar os filhos e voltavam à tarde, para as aulas de Catecismo e Trabalhos manuais. O encerramento do ano letivo era feito em grande estilo. Prefeito, padre e outras autoridades vinham conferir o trabalho realizado. A Banda de música da cidade tocava na solenidade. Várias vezes ouvi comentários de minha mãe que, para não parar as atividades, usava o próprio salário para comprar material didático, que a Secretaria de Educação, muitas vezes, entregava com atraso.</p>
<p>Passados 60 anos, sei que minha mãe tinha consciência de que estava fazendo. Testemunhei, anos depois, ex-alunos que vinham agradecer e falar da importância que ela teve em suas vidas. Famílias pobres, que viviam da agricultura de subsistência, tiveram a oportunidade de colocar seus filhos numa escolinha rural, onde uma professora primária sacrificava até o seu salário minguado para que não faltasse material para os seus alunos – a obrigação dela era ensinar, apenas, as matérias básicas. Mas ela foi além: dava aulas de artes e religião; promovia casamentos, primeira comunhão e batizados; fazia reuniões com os pais, para orientá-los sobre higiene, como identificar a vocação dos filhos e encaminhá-los corretamente na vida. Além de educadora, era uma produtora cultural que via na arte, educação e cultura o caminho da transformação individual e da sociedade.</p>
<p>Enquanto isso, minha avó ficava na cidade costurando, bordando, cozinhando, e tomando conta de mim. Com retalhos, fazia bonecas e roupas para meninos e meninas durante o ano. No Natal, formava-se uma fila de mães, na porta da nossa casa, para receber os presentes. Na quinta-feira da Semana santa, havia distribuição de esmolas e bacalhau que, na época, custava barato, e meu avô comprava em fardos para distribuir com os pobres.</p>
<p>Aos 7 anos fui estudar no Grupo Escolar Cônego Alexandre Cavalcanti – já lia e escrevia perfeitamente, desde os 5 anos, alfabetizada por minha mãe. Com a saúde debilitada, ela passou a ensinar na cidade, mais perto de casa, e outra professora a substituiu na Escola rural.</p>
<p>O exemplo familiar orientou a minha vida. Considero que o maior bem que pode ser feito a uma pessoa é dar-lhe condições para que siga sua vida com as próprias pernas. Minha avó era adepta das esmolas – a religião a fez assim. Eu não sou. A caridade faz do caridoso um ser superior ao que está recebendo as benesses, e esse sentimento me incomoda. Prefiro dar oportunidades – isso me nivela como ser social que sou, como pequenino grão de areia nesta imensidão, que é o Universo.</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça a história da Cultura Nordestina</a></p>
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		<title>O popular e o erudito em Eugênia, por Salete Rêgo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2018 18:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bernadete Bruto]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Destaque literário da Cultura Nordestina em abril de 2018: Eugênia Menezes O poder de revelação encontrado na literatura faz de uma obra o retrato fiel do acervo intelectual e afetivo do autor. E com a obra de Eugênia não poderia ser diferente: todas as cicatrizes estão ali, impressionando o bom observador que, na leitura acurada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Destaque literário</strong> da Cultura Nordestina em abril de 2018: <strong>Eugênia Menezes</strong></p>
</blockquote>
<p>O poder de revelação encontrado na literatura faz de uma obra o retrato fiel do acervo intelectual e afetivo do autor. E com a obra de Eugênia não poderia ser diferente: todas as cicatrizes estão ali, impressionando o bom observador que, na leitura acurada se emociona e se encontra nas entrelinhas de suas escrituras.</p>
<blockquote><p>Somente aos 40 anos de idade, Eugênia resolve dar à luz as suas reflexões amadurecidas no convívio da Fundação Joaquim Nabuco, onde trabalhou durante 30 anos, e anteriormente construídas no Sertão paraibano, mais precisamente na cidade de Taperoá, onde nasceu, palco de suas mais ricas experiências, onde carência e abundância moldaram sua personalidade, influenciando-a decisivamente nas futuras escolhas.<br />
No Recife, Pernambuco, o cenário com que ela se depara é perfeito para a realização de suas fantasias infantojuvenis, onde a abundância do verde é equivalente à riqueza das vivências que permearam seus primeiros anos de vida.<br />
Na moradia do Poço da Panela, onde Eugênia viu crescer os 5 filhos e vive há mais de 40 anos, o que se vê é um mosaico de sua existência em cada canto das áreas interna e externa, que se complementam e abrigam móveis da farmácia do pai, repletos de frascos vazios de perfume mas cheios de amor; trabalhos em crochê, fuxico e tacos, feitos pela mãe; acervo fotográfico familiar nas paredes; arranjos de plantas secas, feitos por ela, que traduzem a beleza sertaneja, e obras de arte assinadas por Romero Andrade Lima e Ariano Suassuna, seu primo e conterrâneo. “Minha mãe era irmã da dele” – sempre diz Eugênia ao se referir ao mestre Ariano, nome dado ao seu primeiro filho, em sinal de agradecimento àquele que, num dia distante, encorajou-a com a sábia e fundamental observação: “Você não é feia e tem cara de menina viva, inteligente”.<br />
	Amor à família e à terra que a viu nascer e crescer, assim como o forte sentimento de pertencimento e indignação perante as injustiças são os traços mais marcantes na vida e obra da socióloga e membro da instituição psicanalítica do Recife, Traço Freudiano, Eugênia Menezes. O popular e o erudito são conteúdos que se mesclam numa costura atenta à estética do texto, fiel às suas origens, influências e afetos conquistados nas veredas da vida, num linguajar distante da sofisticação desnecessária, pleno de metáforas, ternura, realidade e amorosidade.<br />
	Em As rédeas da escrita, Eugênia diz: “Eu acho assim: morrer deveria ser num dia como hoje, tempo de sentir a vida sem gosto, fardo, obrigação. Porque a vida tem hora bem leve, bailando na luz.” E mais adiante: “O verde luminoso da véspera vira musgo, e a atenção, presa na gota deslizando sobre a folha, não se detém na breve carícia, mas antecipa: ela vai cair e ser tragada. A gota caída, sorvida satisfeita, de vítima rotulada. Hora de ter pena do mundo ao ver o barco ancorado e só, os remos mortos. Passarinho, em dia assim, desafina. O coito dos cachorros é obsceno nesse divórcio com o mundo e a noite é insone, quando o barulho do relógio é trovoada. Hoje, há um dilúvio no meu peito e se afogarão comigo muitos a quem amo.”</p>
<blockquote><p>Ao fazer esta postagem vejo que a proposta, da parceira Bernadete Bruto, de homenagens aos nossos escritores, através do ”Destaque literário”, não poderia ser mais pertinente aos objetivos da casa. Muitas vezes, estamos tão próximos às pessoas, que não conseguimos dimensionar o potencial nelas existente. Este reconhecimento se propõe a mostrar o trabalho de cada homenageado, colocando-o no pódio por um mês, tempo suficiente para que seja enxergado por olhos atentos, e avaliado o leque de possibilidades e alcance de sua obra.<br />
	Portanto, o convite está posto: dia 5 (quinta-feira), às 19h, vamos compartilhar este momento de Eugênia Menezes, onde ela é o Destaque literário da Cultura Nordestina, do mês de abril de 2018. Até o dia 30, sua obra estará exposta e os eventos da casa falarão mais sobre isso.<br />
	O desafio é dar a visibilidade necessária aos nossos bons autores, para que as gerações futuras possam se orgulhar deles ao conhecer a história de uma época, contada através da literatura. </p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://blog.culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2018/03/eugênia-menezes-214x300.jpg" alt="eugênia menezes" width="214" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-951" /></p>
<p>Serviço:<br />
Abertura do Destaque literário de abril/2018<br />
Coordenação e apresentação: Bernadete Bruto<br />
Data: 5 de abril (quinta-feira) de 2018<br />
Horário: 19h<br />
Local: Ponto de Cultura Nordestina Letras &#038; Artes<br />
Endereço: Rua Luiz Guimarães, 555, Poço da Panela &#8211; Recife-PE<br />
Telefone: 81 3243-3927<br />
Entrada franca</p>
<p><a href="http://www.culturanordestina.com.br">Conheça nossa história</a></p>
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		<title>Oito autores terão &#8220;Destaque literário&#8221;, em 2018, na Cultura Nordestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 14:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bernadete Bruto]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias]]></category>
		<category><![CDATA[destaque literário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto &#8220;Destaque literário&#8221;, proposto pela poeta performática Bernadete Bruto, é mais um serviço de divulgação prestado pela Cultura Nordestina, no sentido de promover vida e obra de escritores e poetas, de forma direcionada e exclusiva, durante o período escolhido pelo autor, tendo início no mês de abril/18. Serviços: 1. Exposição e venda de livros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <strong>&#8220;Destaque literário&#8221;</strong>, proposto pela poeta performática <em>Bernadete Bruto</em>, é mais um serviço de divulgação prestado pela Cultura Nordestina, no sentido de promover vida e obra de escritores e poetas, de forma direcionada e exclusiva, durante o período escolhido pelo autor, tendo início no mês de abril/18.<br />
<strong>Serviços:</strong><br />
1.	Exposição e venda de livros do autor durante o mês contratado, em local visível ao público visitante<br />
2.	Inauguração da vitrine e entrega de troféu, na 1ª quinta-feira do mês, às 19h, em evento aberto ao público<br />
3.	Publicação de um artigo sobre o autor no Blog da CN<br />
4.	Postagens e compartilhamentos na página &#8220;Destaque literário&#8221;, criada no Facebook para este fim<br />
5.	Uma filmagem com depoimento do autor, para ser veiculada durante o mês<br />
6.	Leitura de trechos em prosa e/ou verso na abertura de todos os programas da CN, apresentados durante o mês, lidos por seus coordenadores e /ou o próprio autor<br />
7.	Colocação de um banner 40 X 60 cm na entrada da CN, do início ao final do mês, quando será entregue ao autor.</p>
<p><strong>Autores confirmados:</strong></p>
<p><strong>Abril:</strong> <em>Eugênia Menezes</em><br />
<strong>Maio:</strong> <em>Tavares de Lima</em><br />
<strong>Junho:</strong> <em>Bernadete Bruto</em><br />
<strong>Julho:</strong> <em>Luciene Freitas</em><br />
<strong>Agosto:</strong> <em>Flávia Suassuna</em><br />
<strong>Setembro:</strong> <em>Colly Holanda</em><br />
<strong>Outubro:</strong> <em>Alexandre Santos</em><br />
<strong>Novembro:</strong> <em>Ivanilde Gusmão</em></p>
<p>Coordenação: Bernadete Bruto e Eugênia Menezes<br />
Maiores informações: 81 3243-3927</p>
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		<title>Associe-se à LETRART e ganhe o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 09:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associados]]></category>
		<category><![CDATA[Bernadete Bruto]]></category>
		<category><![CDATA[Coletânea junina]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[#escritores#]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está entre as maiores dificuldades encontradas por artistas de letras &#38; artes, fazer chegar a todas as gentes, de forma efetiva, a sua produção. Por entender a divulgação como sendo de vital importância, para quem faz deste ofício a razão de sua vida, a Cultura Nordestina, através da Rede de Associados Letras &#38; Artes &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está entre as maiores dificuldades encontradas por artistas de letras &amp; artes, fazer chegar a todas as gentes, de forma efetiva, a sua produção. Por entender a divulgação como sendo de vital importância, para quem faz deste ofício a razão de sua vida, a Cultura Nordestina, através da Rede de Associados Letras &amp; Artes &#8211; LETRART, que tem entre suas finalidades, a divulgação da produção artística e intelectual do Associado, semanalmente, através do blog da Cultura Nordestina, cria este espaço virtual de conteúdo, onde lançamentos de livros, exposições, resenhas, textos em prosa e verso, entre outros, serão postados e visualizados nos quatro cantos do planeta. Portanto, associando-se à LETRART você pode &#8220;ganhar o mundo&#8221;, estar em todos os lugares, integrado a este emaranhado fantástico, criado pela tecnologia. Preencha o seu formulário de cadastro através do site &#8211; <a href="http://www.culturanordestina.com.br">www.culturanordesina.com.br</a></p>
<p>Após o preenchimento você receberá, em seu e-mail, as instruções para dar início à sua divulgação.</p>
<p>Bem-vindo!</p>
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		<title>Eclosão recebe o escritor Jacques Ribemboim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 20:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bernadete Bruto]]></category>
		<category><![CDATA[Coletânea junina]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Programas literários]]></category>
		<category><![CDATA[andré cervinskis]]></category>
		<category><![CDATA[artes]]></category>
		<category><![CDATA[bairro da boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[civitate]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[jacques ribemboim]]></category>
		<category><![CDATA[recife]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UM CORAÇÃO DO RECIFE CHAMADO BOA VISTA Entre 1920 e 1970, o bairro da Boa Vista foi o centro de efervescência cultural e artística da cidade, ao tempo em que recebia milhares de jovens estudantes do interior e imigrantes de origem judaica. A proximidade física destes novos habitantes junto aos recifenses natos conformaria um ambiente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>UM CORAÇÃO DO RECIFE CHAMADO BOA VISTA</em></strong></p>
<p>Entre 1920 e 1970, o bairro da Boa Vista foi o centro de efervescência cultural e artística da cidade, ao tempo em que recebia milhares de jovens estudantes do interior e imigrantes de origem judaica. A proximidade física destes novos habitantes junto aos recifenses natos conformaria um ambiente propício à profusão de novas ideias.</p>
<p>A partir da década de 80, o bairro passa por um processo de decadência, acompanhado pelo êxodo das famílias de classe média, em particular nas imediações da Praça Maciel Pinheiro, Imperatriz, Rua do Hospício e Mercado da Boa Vista, áreas estas tomadas pelo comércio formal e informal. Hoje, partes da Boa Vista encontram-se em situação de abandono requerendo uma urgente atenção por parte da população e dos gestores da cidade.</p>
<p>A palestra enfoca o esplendor da Boa Vista de décadas atrás, mostrando alguns de seus principais artistas plásticos, vis-à-vis a situação atual deste bairro.</p>
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