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	<title>Arquivos O melhor do interior &#8226; Cultura Nordestina</title>
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	<description>Letras &#38; Artes</description>
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	<title>Arquivos O melhor do interior &#8226; Cultura Nordestina</title>
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		<title>Itambé (PE), por Wanessa Campos (jornalista e escritora)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 17:01:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>ITAMBÉ DAS REVOLUÇÕES De um lado da rua é Pernambuco, do outro, Paraíba. Assim, é a histórica Itambé, a 96 km do Recife, uma cidade que ainda respira seu passado cultural, pioneira em revoluções. Os obeliscos e placas estão lá, contando tudo. Uma delas, refere-se a Revolução de 1817 que, teve início ali e em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>ITAMBÉ DAS REVOLUÇÕES</p>
<p>De um lado da rua é Pernambuco, do outro, Paraíba. Assim, é a histórica Itambé, a 96 km do Recife, uma cidade que ainda respira seu passado cultural, pioneira em revoluções. Os obeliscos e placas estão lá, contando tudo. Uma delas, refere-se a Revolução de 1817 que, teve início ali e em 2015, fez centenário; a do Quebra-quilos, uma forte manifestação dos feirantes contra a mudança das balanças proposta pelo governo. Indignados, eles quebraram balanças e jogaram rapaduras contra a polícia. E ainda o aerópago, ou seja, o marco onde foi erguida a primeira loja maçônica do Brasil.</p>
<p>Saindo um pouco da parte histórica, Itambé se orgulha do seu potencial turístico: maracatus, caboclos de lança, cavalos-marinho. Esses grupos  invadem as ruas de Itambé  durante os três dias de Carnaval, um mais alegres da Mata Norte. O Maracatu Leão Coroado, por exemplo, conta com 80 figurantes causando uma bela plasticidade.<br />
Itambé, que traduzindo da língua indígena, quer dizer, pedras de fogo,  é berço de Dom Vital de Oliveira, ordenado capuchinho com o nome Dom Vital e virou santo. A ocupação da cidade aconteceu no século 16, pelos índios cariris e depois, pelos portugueses. Tem bons restaurantes e pousadas simples. Seu acesso pode ser pela BR-101 Norte até Goiana e depois pela PE-15 saindo do Recife. Um passeio ideal para domingo unindo história e lazer. O trajeto relaxa, devido aos extensos e belos canaviais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-6646 aligncenter" src="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/04/itambe.jpg" alt="" width="259" height="194" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sobral (CE), por Paulino Fernandes* (defensor público e escritor)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 14:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[O melhor do interior]]></category>
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		<category><![CDATA[Ceará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobral, do eclipse do sol à luz para a Ciência Data de 19 de maio de 1919, portanto já completados 100 anos, que foi possível observar o raro fenômeno físico, que consistia no “eclipse solar”, uma comprovação da teoria da “Relatividade Geral”, formulada pelo Físico alemão Albert Einstein. A “Princesa do Norte”, como é conhecida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sobral, do eclipse do sol à luz para a Ciência</p>
<p>Data de 19 de maio de 1919, portanto já completados 100 anos, que foi possível observar o raro fenômeno físico, que consistia no “eclipse solar”, uma comprovação da teoria da “Relatividade Geral”, formulada pelo Físico alemão Albert Einstein.</p>
<p>A “Princesa do Norte”, como é conhecida a cidade de meu berço, foi a que, geograficamente, ofereceu as melhores condições do Mundo, de se observar o fenômeno. Para lá, viajou uma equipe de cientistas de diferentes países, que almejaram confirmar a observação. A expedição foi a primeira a levar êxito na incursão, já que<br />
outras a antecederam com o mesmo objetivo, como a realizada por outros pesquisadores, em 1912, na Cidade mineira de “Passa Quatro”. Mas quisera o destino que a comprovação &#8211; de que espaço e tempo são relativamente ligados -, se desse na Região Norte do Ceará.</p>
<p>Sobral situa-se, geograficamente, em privilegiado ponto de ligação com o litoral, serra e sertão. Esse privilégio, certamente, rendeu à Cidade, que dista aproximadamente 240 da Capital cearense, essa façanha, orgulhosamente histórica. As “luzes da cidade” (para lembrar aqui o título do clássico de Chaplin), não só brilharam para a Ciência, mas também para a difusão da cultura e das artes. Basta lembrar seus antigos cinemas de exibição, como o “Cine Rangel” e o “Cine Alvorada”, que estão tristemente hoje esquecidos entre os prédios comerciais da urbe, abandonados, sem preservação, ou memória arquitetônica alguma.</p>
<p>A famosa Terra de Dom José; da Universidade Estadual Vale do Acaraú; da “Luzia Homem”, do romance de Domingos Olímpio; e das águas do Rio Acaraú, que já viu tantos filhos passarem por ali, só recentemente, foi relembrada pelo marco das ciências.</p>
<p>Sobral é também referência no campo educacional, mantendo-se nas primeiras posições, quando realizadas avaliações escolares. Lá se situam escolas públicas e particulares de grande nível. Tive a chance de concluir meus estudos de fundamental e médio nos colégios Luís Felipe e Dom José Tupinambá, respectivamente.</p>
<p>No ensino particular, destacam-se o Colégio Luciano Feijão (hoje Faculdade), onde comecei minha carreira de docente; e o Colégio Sant’Ana, onde tive minhas primeiras turmas próprias de Literatura e Redação.</p>
<p>Que a História e a cultura sobralense não sejam esquecidas! Que pesquisadores e comunicadores façam sempre ecoar os valores da “Princesinha do Norte”, a exemplo de nomes como o de Chiquinho Artur, que mantém seu valoroso Programa “Música e Cinema”, a Rádio Regional de Sobral, aos domingos, com o Quadro “Memórias de Sobral”. Além de rememorar fatos e lugares de agrado inesquecível, o Programa mantém um repertório musical, com sucessos dos anos de ouro da música, além do comentário de filmes, que Chiquinho Artur, faz com categoria.</p>
<p>Por isso, essa crônica vai a ele dedicada. Ao meu velho pai!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-6469 aligncenter" src="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-300x300.jpg 300w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-100x100.jpg 100w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-150x150.jpg 150w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto.jpg 480w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Bacharelou-se em Direito, na Universidade de Fortaleza (UNIFOR), em 1999. Pós-graduado em Direito processual penal (UNIFOR, 2000); em Estudos literários e culturais (UFC) e concluiu o Mestrado em Letras, na Universidade Federal do Ceará (UFC), em 2006. Aprovado no primeiro concurso (2016) para Defensor público do Estado de Pernambuco, tomou posse em 2010.  No magistério de ensino superior, leciona as disciplinas de Direito penal e Constitucional, além de “Redação técnico-jurídica”, Curso que criou, desde seu magistério na Universidade de Fortaleza. Colabora na imprensa, com artigos que abordam temas jurídicos e afins. Criador e apresentador do programa de rádio “Educação e cidadania em pauta”, por também possuir o Curso de locução e apresentação de rádio e TV. Escreve também sobre a “Sétima Arte”, possuindo o Curso de Crítico de Cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba como participar da série &#8220;O melhor do interior&#8221;</p>
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		<title>Tracunhaém (PE) e Agrestina (PE), por Wanessa Campos (jornalista e escritora)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 17:01:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A CIDADE DO BARRO E A TERRA DO CHOCALHO A primeira é o lugar perfeito para quem gosta de arte popular e curte um passeio diferente. Logo na entrada de Tracunhaém, se tem ideia do que vai se encontrar – peças de barro espalhadas por todo canto, como uma feira  imensa só de cerâmica. No [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CIDADE DO BARRO E A TERRA DO CHOCALHO</p>
<p>A primeira é o lugar perfeito para quem gosta de arte popular e curte um passeio diferente. Logo na entrada de Tracunhaém, se tem ideia do que vai se encontrar – peças de barro espalhadas por todo canto, como uma feira  imensa só de cerâmica. No Centro de artesanato, localizado na principal praça,  encontram-se  peças de todo tipo, a maioria com motivos religiosos e da fauna da região, assim como utilitárias e decorativas.<br />
Tracunhaém, cujo nome vem do tupi, significando panela de formiga, recebeu o título de Capital das artes cerâmicas, da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Dos moradores da cidade, 50% vivem direta ou indiretamente dessa arte.</p>
<p>Mas a cidade tem outros atrativos. O seu Carnaval tornou-se conhecido pelos blocos e desfiles de maracatus por todas as ruas, levando alegria por onde passam. Já o Parque de Eventos centraliza os festejos juninos, shows populares, natalinos  e até comícios.</p>
<p>A povoação aconteceu em meados do século 18, mas os nativos só despertaram para a cerâmica no século 20, e agora ganhou fama. Pessoas famosas são presenteadas com as peças produzidas ali. O papa João Paulo II, por exemplo, levou uma bela imagem de Nossa Senhora do Carmo. Severino, Manoel Leão, Nuca e Val Andrade são os ceramistas mais conhecidos.</p>
<p>Para se chegar à Tracunhaém, saindo do Recife, o trajeto é pela BR-232 e PE- 408. São 64 km e o percurso é bonito.</p>
<p>Agora vamos conhecer a terra do chocalho: Agrestina, a 154 km do Recife. A cidade criou fama através do artesanato, principalmente, o do chocalho. De produção totalmente artesanal, feito de ferro ou latão galvanizado, de tamanhos variados, ele serve para localizar os animais nos pastos através do barulho do badalo. A produção cresceu tanto, que provocou uma feira famosa realizada às segundas-feiras. Existe até a Cavalgada do Chocalho.<br />
O artesanato é a maior economia do município. A produção do latão provocou uma bela variante: a arte medieval da Prince Art. São lustres, brasões, lanternas, espadas, móveis etc., que remetem à Idade Média, encantando o visitante. O folclore é outra riqueza. De bandas de pífanos a bacamarteiros e ainda à bela mazurca, uma dança rara e antiga com batidas cadenciadas dos pés. Quase indígena. Tudo pode ser visto na Festa de Santo Antônio, o padroeiro, e no período junino com muito forró e alegria contagiante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Wanessa Campos, natural de Triunfo-PE, é jornalista e autora do livro “A dona de Lampião.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-6109 alignleft" src="https://mlgyofndkx7j.i.optimole.com/CNWpClc-uCLSsVsM/w:225/h:300/q:90/https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa.jpg 774w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-600x800.jpg 600w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-225x300.jpg 225w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-768x1024.jpg 768w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-300x400.jpg 300w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><a href="http://mulheresdocangaco.com.br">http://mulheresdocangaco.com.br</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://culturanordestina.com.br/blog/tracunhaem-e-agrestina-por-wanessa-campos-jornalista-e-escritora/">Tracunhaém (PE) e Agrestina (PE), por Wanessa Campos (jornalista e escritora)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturanordestina.com.br">Cultura Nordestina</a>.</p>
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		<title>Triunfo (PE), por Wanessa Campos (jornalista e escritora)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 16:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[O melhor do interior]]></category>
		<category><![CDATA[SERIADO]]></category>
		<category><![CDATA[Cine-teatro Guarany]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Wanessa Campos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cineteatro Guarany* &#160; Mas que prédio lindo! Exclama quem chega a Triunfo pela primeira vez. Verdade. Ele se destaca pela imponência e estilo, na Praça Carolino Campos. O prédio foi construído nos anos 20, época em que predominava a arquitetura neoclássica com grande influência na construção civil do Brasil. “Mas esse cineteatro se enquadra numa arquitetura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cineteatro Guarany*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas que prédio lindo! Exclama quem chega a Triunfo pela primeira vez. Verdade. Ele se destaca pela imponência e estilo, na Praça Carolino Campos. O prédio foi construído nos anos 20, época em que predominava a arquitetura neoclássica com grande influência na construção civil do Brasil. “Mas esse cineteatro se enquadra numa arquitetura eclética”, classifica o professor José Luiz da Mota Menezes, arquiteto especialista no assunto.</p>
<p>De passagem pelo Recife, o comerciante Carolino levou sua ideia a um conhecido engenheiro. De posse da planta voltou  a Triunfo, reuniu alguns pedreiros explicando do que se tratava, e deu início ao sonhado projeto. Com recursos próprios os primos Carolino de Arruda Campos e Manoel de Siqueira Campos deram início à construção com mão-de-obra local, numa tentativa de evitar o êxodo urbano, alternativa encontrada pelo sertanejo para fugir da seca. E a de 1919 foi uma das piores.</p>
<p>Ao lado do Lago João Barbosa, o cineteatro Guarany passou a ser o cartão postal da cidade que oferece aos turistas e moradores, clima frio e aconchegante, além de belezas naturais. A inauguração aconteceu em 1922, após três anos do início de sua construção (1919-1922).</p>
<p>Seus portões se abriram na noite de 17 de fevereiro para os triunfenses assistirem à peça Otelo, de William Shakespeare, com elenco local. Mas há quem sustente que foi o filme “Cenas Mudas”, uma vez que o sonoro não havia ainda chegado por aqui. Divergências à parte, o fato é que o Guarany, como é chamado pelos triunfenses, marcou época.</p>
<p>O cineteatro passou a ser um lugar de grandes festas de formatura, bailes, eventos e, claro, cinema. Seu nome tem origem na Ópera Guarany, de Carlos Gomes, o grande sucesso da época que Carolino tanto admirava.</p>
<p>Afetado por uma inesperada crise política e econômica no País, o espaço cultural se viu obrigado a realizar outros tipos de atividades, a exemplo de boates e até restaurante. O resultado foi um período de decadência. Carolino Campos resolveu vender o prédio para a Província Franciscana da Ordem do Brasil. O local voltou a funcionar como cineteatro, mas não durou muito. Tanto que, suas atividades foram encerradas em 1985. O prédio passou por vários donos, bem como por transformações, até que acabou no esquecimento.</p>
<p>Três anos depois (1988), o então prefeito José Rodrigues pediu o seu tombamento, tendo sido concedido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – FUNDARPE.</p>
<p>Tombado (Processo 3358/94) em nível estadual (18/07/1988 –Conselho Estadual de Cultura), o Guarany entra na sua primeira fase de restauração: a lenta reforma iniciada em 1994, que se arrastou até 2002, passando por vários governos e prefeitos. Coube à FUNDARPE elaborar o projeto tentando ser o mais fiel possível ao original na parte interna (o que não aconteceu). Foi, sobretudo, uma reforma histórica. As cores externas voltaram às originais: paredes amarelas, portas e janelas marrons. Foram investidos R$ 832 mil reais durante todo esse tempo. Entregue a Triunfo totalmente reformado e restaurado, o cineteatro Guarany ficou sob a direção da Prefeitura municipal até 2008 e, no ano seguinte, a FUNDARPE assumiu até a presente data.</p>
<p>Atualmente, o majestoso prédio mantém sessões de cinema e peças de teatro. Nos meses de julho e agosto centraliza os Festivais de Cinema e de Inverno, atraindo artistas, turistas, intelectuais e curiosos.</p>
<p>O Cineteatro Guarany  é, atualmente, uma joia arquitetônica e patrimônio de Triunfo pela sua beleza e história – uma das grandes atrações turísticas do Sertão. E não foi à toa que ele esteve recentemente entre os finalistas das sete maravilhas do Estado. E assim, ele permanece aqui, absoluto, a testemunhar os acontecimentos da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Wanessa Campos, natural de Triunfo-PE, é jornalista e autora do livro &#8220;A dona de Lampião.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-6109 alignleft" src="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-225x300.jpg 225w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-600x800.jpg 600w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-768x1024.jpg 768w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa-300x400.jpg 300w, https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2021/02/wanessa.jpg 774w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><a href="http://mulheresdocangaco.com.br">http://mulheresdocangaco.com.br</a></p>
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