<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Colly Holanda &#8226; Cultura Nordestina</title>
	<atom:link href="https://culturanordestina.com.br/categoria/coletaneas/gaia/colly-holanda-gaia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://culturanordestina.com.br/categoria/coletaneas/gaia/colly-holanda-gaia/</link>
	<description>Letras &#38; Artes</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Sep 2024 16:05:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://culturanordestina.com.br/wp-content/uploads/2020/09/cropped-Cultura-Nordestina-favicon-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Colly Holanda &#8226; Cultura Nordestina</title>
	<link>https://culturanordestina.com.br/categoria/coletaneas/gaia/colly-holanda-gaia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A sagrada Mãe-Terra, por Colly Holanda</title>
		<link>https://culturanordestina.com.br/blog/a-sagrada-mae-terra-por-colly-holanda/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-sagrada-mae-terra-por-colly-holanda</link>
					<comments>https://culturanordestina.com.br/blog/a-sagrada-mae-terra-por-colly-holanda/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cultur55_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 19:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coletânea Gaia: a deusa-mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Coletâneas]]></category>
		<category><![CDATA[Colly Holanda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturanordestina.com.br/?p=13657</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos textos sagrados, lá no livro do Gênesis, que significa nascimento, criação, princípio, a narrativa diz que, para fazer o homem, Deus apanhou um pouquinho de barro e soprou. Os registros sagrados contam assim, mas eu tenho outras fontes de informação que confirmam o que diz a Sagrada escritura, mas disseram-me muito mais. Quando foram [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://culturanordestina.com.br/blog/a-sagrada-mae-terra-por-colly-holanda/">A sagrada Mãe-Terra, por Colly Holanda</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturanordestina.com.br">Cultura Nordestina</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos textos sagrados, lá no livro do Gênesis, que significa nascimento, criação, princípio, a narrativa diz que, para fazer o homem, Deus apanhou um pouquinho de barro e soprou.</p>
<p>Os registros sagrados contam assim, mas eu tenho outras fontes de informação que confirmam o que diz a Sagrada escritura, mas disseram-me muito mais. Quando foram criados, o homem e a mulher, todas as outras espécies já tinham passado pelas mãos do Criador. E a Arara Canindé, a ave mais colorida do Brasil, garante que foi a primeira a ser criada, e é ela a minha fonte secreta de informações.</p>
<p>Contou-me que, ao ser criada, era de uma única cor – a cor da terra –, e que o Criador a olhou nos olhos e disse-lhe que ela poderia ser mais bonita, mais colorida. E assim fez: foi pegando punhadinhos de cores diferentes de barro, e foi lhe dando formosura. A danada da Arara Canindé disse, inclusive, que foi a partir dela que todas as outras espécies foram criadas. Envaidecida de si mesma, e convicta do que estava dizendo, afirmou: – Veja, tem cor minha em todos os outros seres, aliás, até mesmo o humano, que se acha muito superior, carrega em sua tez a variação das cores das minhas penas, bico, olhos e pés.</p>
<p>O Criador não economizava criatividade. Catava os punhados de terra e ia criando ao seu bel-prazer, o que lhe vinha no pensamento. No instante em que fez o pavão, Ele colocou a ave, que ainda não era ave porque estava nua de sua futura plumagem, sobre a palma da mão, e soprou o arco-íris. Aí o pavão se sacudiu abrindo o leque mais colorido do mundo. Diante desse espetáculo de cores, eu fiquei maravilhada, mas confesso, não tive inveja, pois cada ser é um pedacinho da Terra e passou pelas mãos do Senhor. A Terra, matéria prima de onde tudo vem, é o ventre engravidado, que tudo gerou e gera desde sempre. Disse-me o Urubu, ave que ganha as alturas do céu, que as estrelas do firmamento têm a poeira da Mãe-Terra, e que os raios que saem dos trovões são beijos de saudações por tamanha grandeza que existe no solo que deu origem a tudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colly Holanda</p>
<p>Natural de Natal-RN, a geógrafa Colly Holanda reside no Recife-PE. É autora de oito publicações infantojuvenis e duas nos gêneros crônica e poesia. Participa de mais de 30 antologias. É declamadora, contadora de histórias, escritora e associada a instituições literárias nacionais e internacionais.</p>
<p>O post <a href="https://culturanordestina.com.br/blog/a-sagrada-mae-terra-por-colly-holanda/">A sagrada Mãe-Terra, por Colly Holanda</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturanordestina.com.br">Cultura Nordestina</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturanordestina.com.br/blog/a-sagrada-mae-terra-por-colly-holanda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
