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	<title>Arquivos Luiza Saraiva &#8226; Cultura Nordestina</title>
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	<description>Letras &#38; Artes</description>
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	<title>Arquivos Luiza Saraiva &#8226; Cultura Nordestina</title>
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		<title>Francisca: consciência e sociedade, por Luiza Saraiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Salete Rêgo Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 18:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coletânea Consciência: para que te quero?]]></category>
		<category><![CDATA[Coletâneas]]></category>
		<category><![CDATA[Luiza Saraiva]]></category>
		<category><![CDATA[Coletânea Consciência para que te quero]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande confusão se fazia no espírito de Francisca, ao pensar no que foi ontem e no que poderia ser, em vez de como será? Consolar-se na qualidade de pobre mulher que mora na Rua da Glória no Rio de Janeiro, com 80 anos vivido na excelência de boa conduta e descobrindo-se no tempo caminhante de uma solidão, recusava-se a assistir a evolução daquela paisagem de conflitos, de violência e de desrespeito em que se valia aquela sociedade ao seu redor.</p>
<p>O tempo lhe fez menos forte, mais frágil, porém, mais experiente que os jovens que não cultuavam nas interconexões do presente com o passado, mas na busca de eventos da moda que absorvida pelas estações cronológicas da sociedade se esconderia por trás dos pseudônimos alheios à humanidade. Desesperança, não, não, a solidão e a incerteza sim, deformavam os sonhos que se perduravam na força que lhe franzia a testa e murchava-lhe o corpo com a cera dos anos, diante do cenário social alarmante a vontade era de estender o seu grito de horror, sacudir o ódio, aniquilar o anarquismo social,  nivelar-se heroína de um romance humano, histórico e autêntico, transformar aquela triste realidade em uma fantasia percebível, sem apagar as luzes da perspectiva de que com a espada de um recomeço ainda se poderia reconstruir uma trincheira destruída. Um ano após outro, décadas após outras, nada mudava, mortanças, crimes, injustiças, “marinheiros de primeira viagem” perdendo-se, bebendo no cântaro da violência coberta pelo tule do vício e da miséria, os ruídos da paz já não se ouviam mais naquela “Guanabara,” o sino da igrejinha defronte da praça por onde passavam os viajantes do século XIX, e porque não lembrar: Lima Barreto, Machado de Assis e outros tantos importantes de várias regiões do Brasil, apaixonados pelo Rio de Janeiro, pelas praças igrejas, arte e cultura, praça esta, que decoradas pelos traços da violência, quase vazia já não encantava mais os transeuntes, fora lugar de memórias, onde se descobriam vidas e se resgatavam histórias&#8230; O tempo e Francisca, movimentos e conexões do pensamento, fragmentos de ideias,  fantasia e realidade, a luz e as trevas, Francisca, mulher de olhar distante, compulsiva pela vontade de descobrir-se no combate a resistência maléfica de uma sociedade despojada de distrações dolosas, onde cada um suportaria ser um braço, um convite a solicitude necessária, o que o seu silêncio da educação por si só não poderia argumentar tamanha reflexão, mas um enfrentamento coletivo, político e social com responsabilidade chegaria além do individualismo, do medo, pois enfatizar a importância da não aceitação de uma consciência solitária poderia ser a montagem das duas faces no seu pensar: a vida, e a morte mais viva, batalha e esperança uma inevitável força que propõe esperança de instantes de graça nas páginas que se seguem&#8230; “Consciência para que te quero?”</p>
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<hr />
<p><strong>Maria Luiza S. Saraiva de Morais</strong>, natural de Surubim Pernambuco, professora graduada em Pedagogia/UNIFAFIRE, com Especialização em Supervisão e em Administração Escolar/UNIFAFIRE (1997), Pós-graduação “Lato-Senso” &#8211; Especialização em Metodologia das Práticas Pedagógicas/UFPE (2001). Gestora da Educação Pública de Recife/PE, (1998/2010). Técnica Pedagógica do Programa Manoel Bandeira de Formação de Leitores/PMBFL – Rede Municipal de Ensino de Recife/PE. (2010/2016) Professora Titular da Educação Municipal de Camaragibe/PE. Autora do projeto: Como Incentivar a Leitura e a Escrita Através da Poesia, e do artigo científico: A CIÊNCIA DA POESIA EM SALA DE AULA, Bacharelanda em Direito – FAMAM. Foi Vice-presidente da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (coordenadoria/PE/2019/2021). Acadêmica Imortal Correspondente, Cadeira No. 09 da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes -FEBLACA, Niterói/RJ. Membra da Academia de Letras, Artes e Ofícios dos Municípios de Pernambuco – ALAOMPE. Membra Sócia do Instituto de Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Geográfico de Gravatá/IHAG, Gravatá/PE. Membra da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciências – AVLAC.</p>
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<p>As informações para participar desta coletânea estão no link:</p>
<p><a href="https://www.culturanordestina.com.br/coletanea/consciencia/">https://www.culturanordestina.com.br/coletanea/consciencia/</a></p>
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